{"id":10870,"date":"2025-02-26T09:52:01","date_gmt":"2025-02-26T09:52:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/?p=10870"},"modified":"2025-02-26T09:52:02","modified_gmt":"2025-02-26T09:52:02","slug":"o-que-sao-os-gastos-de-financiamento-liquidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/o-que-sao-os-gastos-de-financiamento-liquidos\/","title":{"rendered":"O que s\u00e3o os gastos de financiamento l\u00edquidos?"},"content":{"rendered":"<header class=\"entry-header has-dark-background-color entry-header--has-illustration entry-header--has-illustration--generic\">\n\t<div class=\"container\">\n\t\t<div class=\"entry-header__row row align-center\">\n\t\t\t<div class=\"col col-lg-7 col-xlg-6 entry-header__content\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"component component-single-header\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"entry-header__misc text--subtitle text--uppercase text--small\">\n\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/category\/estrategia-legal-e-processos\/\" class=\"entry-header__link\">Estrat\u00e9gia, Legal e Processos<\/a>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t<div class=\"entry-title-wrapper\">\n\t\t\t\t\t<h1 class=\"entry-title\">\n\t\t\t\t\t\tO que s\u00e3o os gastos de financiamento l\u00edquidos?\t\t\t\t\t<\/h1>\n\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p class=\"entry-header__description\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n\t<div class=\"single-post-details container\">\n\t\t<div class=\"col\">\n\t\t\t<span class=\"posted-on \"><time class=\"entry-date published\" datetime=\"2025-02-26T09:52:01+00:00\">February 26, 2025<\/time><\/span><span class=\"reading-time\"> minutos de leitura<\/span>\n\t\t<button\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\tclass=\"social-share-button button button--icon button--secondary js-social-share-button\"\n\t\t\tdata-share-title=\"O que s\u00e3o os gastos de financiamento l\u00edquidos?\"\n\t\t\tdata-share-url=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/o-que-sao-os-gastos-de-financiamento-liquidos\/\"\n\t\t\tdata-share-text=\"Por favor, leia este artigo interessante\"\n\t\t>\n\t\t\t<span class=\"social-share-button__share-label\">Partilhar<\/span>\n\t\t\t<span class=\"social-share-button__copy-label\" hidden>Copiar link<\/span>\n\t\t\t<span class=\"social-share-button__copy-tooltip\" aria-hidden=\"true\" hidden>Copiada<\/span>\n\t\t<\/button>\n\n\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/header>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-author has-dark-background-color alignfull\">\n\t<div class=\"container\">\n\t\t<div class=\"col\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"co-authors\">\n\t\t\t\t\t\n\t\t<div class=\"entry-author-wrapper\">\n\t\t\t<a class=\"entry-author\" href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/author\/pedroribeiro\/\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"40\" height=\"40\" src=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2024\/06\/Sage-Advice-YT-logo-1-1-350x350.webp\" class=\"entry-author__image\" alt=\"Sage Advice Logo\" srcset=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2024\/06\/Sage-Advice-YT-logo-1-1-350x350.webp 350w, https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2024\/06\/Sage-Advice-YT-logo-1-1.webp 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 40px) 100vw, 40px\" \/>\t\t\t\t<span class=\"entry-author__name\">Pedro Ribeiro<\/span>\n\t\t\t<\/a>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-os-gastos-de-financiamento-liquidos-sao-um-conceito-fundamental-no-ambito-da-fiscalidade-empresarial-em-portugal-especialmente-no-contexto-do-imposto-sobre-o-rendimento-das-pessoas-coletivas-irc\" style=\"font-style:normal;font-weight:100\">Os gastos de financiamento l\u00edquidos s\u00e3o um conceito fundamental no \u00e2mbito da fiscalidade empresarial em Portugal. Especialmente no contexto do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC).\u00a0<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O conceito de \u2018gastos de financiamento l\u00edquidos\u2019 est\u00e1 previsto no artigo 67.\u00ba do C\u00f3digo do IRC, que estabelece os princ\u00edpios e limites relativos \u00e0 dedutibilidade fiscal dos gastos de financiamento incorridos pelas empresas.<\/li>\n\n\n\n<li>Conhe\u00e7a os principais regulamentos associados, bem como a sua import\u00e2ncia na gest\u00e3o financeira das empresas e o enquadramento legal previsto no C\u00f3digo do IRC.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Regra geral, os <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/gerir-o-fluxo-de-caixa-uma-chave-para-o-financiamento-a-medio-e-longo-prazo\/\">gastos de financiamento<\/a> referem-se a encargos suportados pelas empresas decorrentes da obten\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos necess\u00e1rios para a prossecu\u00e7\u00e3o das suas actividades empresariais.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes incluem juros pagos sobre empr\u00e9stimos banc\u00e1rios, comiss\u00f5es relacionadas com financiamentos, custos associados a instrumentos financeiros, entre outros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><mark class=\"highlight-and-share\"><strong>COMPARTILHA! <\/strong>Sabe o que s\u00e3o os gastos de financiamento l\u00edquidos? Assegure-se que conhece os seus limites e evite surpresas a n\u00edvel da carga fiscal que ir\u00e1 suportar.<\/mark><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CONTE\u00daDO DO POST<\/strong><\/p>\n\n\n<?xml encoding=\"utf-8\" ?><div class=\"wp-block-yoast-seo-table-of-contents yoast-table-of-contents\"><ul><li><a href=\"#definicao-de-gastos-de-financiamento-liquidos\" data-level=\"2\">Defini&ccedil;&atilde;o de gastos de financiamento l&iacute;quidos<\/a><\/li><li><a href=\"#por-que-razao-existe-os-gastos-de-financiamento-liquidos\" data-level=\"2\">Por que raz&atilde;o existe os gastos de financiamento l&iacute;quidos?<\/a><\/li><li><a href=\"#importancia-dos-gastos-de-financiamento-liquidos-na-gestao-financeira-das-empresas\" data-level=\"2\">Import&acirc;ncia dos gastos de financiamento l&iacute;quidos na gest&atilde;o financeira das empresas<\/a><\/li><li><a href=\"#exemplo-pratico-1\" data-level=\"2\">Exemplo pr&aacute;tico 1<\/a><\/li><li><a href=\"#exemplo-pratico-2\" data-level=\"2\">Exemplo pr&aacute;tico 2<\/a><\/li><li><a href=\"#excepcoes-e-outras-regras-especiais-previstas-na-lei\" data-level=\"2\">Excep&ccedil;&otilde;es e outras regras especiais previstas na lei<\/a><\/li><li><a href=\"#consequencias-do-incumprimento\" data-level=\"2\">Consequ&ecirc;ncias do incumprimento<\/a><\/li><\/ul><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>Com o <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/es-es\/productos\/sage-for-accountants\/\">Sage for Accountants<\/a>, garanta que at\u00e9 as mais complexas quest\u00f5es contabil\u00edsticas e fiscais ficam asseguradas.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"definicao-de-gastos-de-financiamento-liquidos\">Defini\u00e7\u00e3o de gastos de financiamento l\u00edquidos<\/h2>\n\n\n\n<p>O conceito de \u2018gastos de financiamento l\u00edquidos\u2019 surge, ent\u00e3o, como um <strong>mecanismo que visa equilibrar o tratamento fiscal destes gastos<\/strong>, evitando abusos por parte das empresas e promovendo a sustentabilidade financeira<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por outras palavras, trata-se de uma limita\u00e7\u00e3o, introduzida pelo legislador, \u00e0 dedutibilidade fiscal dos gastos de financiamento incorridos pelas empresas de modo a <strong>evitar que as mesmas paguem menos impostos<\/strong> atrav\u00e9s de gastos de financiamento excessivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para determinar-os, deduzem-se aos gastos de financiamento os rendimentos obtidos pelas empresas tamb\u00e9m a t\u00edtulo de financiamento. Tais como os juros recebidos por <strong>empr\u00e9stimos concedidos<\/strong> ou outros rendimentos financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a f\u00f3rmula para calcular os gastos de financiamento l\u00edquidos \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Gastos de financiamento l\u00edquidos<\/em><em> = gastos de financiamento &#8211; rendimentos de financiamento<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"por-que-razao-existe-os-gastos-de-financiamento-liquidos\">Por que raz\u00e3o existe os gastos de financiamento l\u00edquidos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O artigo 67.\u00ba do C\u00f3digo do <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/dicion%C3%A1rio-termos-empresariais\/o-que-e-o-irc\/\">IRC<\/a> transp\u00f5e para o ordenamento jur\u00eddico portugu\u00eas a Diretiva Europeia relativa a <strong>regras comuns de limita\u00e7\u00e3o da dedu\u00e7\u00e3o de gastos de financiamento<\/strong>, integrando as normas de <strong>combate \u00e0 elis\u00e3o fiscal.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta disposi\u00e7\u00e3o legal imp\u00f5e limites \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o dos gastos de financiamento, com o objetivo de <strong>evitar que as empresas fa\u00e7am um uso abusivo de financiamentos de terceiros (e.g., bancos) para reduzir a sua carga fiscal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Isto porque, na esfera das empresas, os gastos de financiamento (i.e., juros, comiss\u00f5es, etc.) s\u00e3o considerados dedut\u00edveis para efeitos fiscais. Significando isto que quanto mais juros as empresas pagarem, menos <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/impostos-progressivos-portugal-importancia-empresarios\/\">impostos pagar\u00e3o sobre os rendimentos que obtiverem<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o artigo 67.\u00ba, a dedu\u00e7\u00e3o dos gastos de financiamento l\u00edquidos est\u00e1 limitada a 30 % do resultado antes de deprecia\u00e7\u00f5es, amortiza\u00e7\u00f5es, gastos de financiamento l\u00edquidos e impostos (<strong>EBITDA fiscal<\/strong>). Existe, no entanto, um limite m\u00ednimo de 1.000.000 de euros. O que significa que, independentemente do EBITDA fiscal, os primeiros 1.000.000 de euros de gastos de financiamento l\u00edquidos s\u00e3o sempre dedut\u00edveis para efeitos fiscais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"importancia-dos-gastos-de-financiamento-liquidos-na-gestao-financeira-das-empresas\">Import\u00e2ncia dos gastos de financiamento l\u00edquidos na gest\u00e3o financeira das empresas<\/h2>\n\n\n\n<p>A limita\u00e7\u00e3o \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o fiscal de gastos de financiamento l\u00edquidos tem implica\u00e7\u00f5es directas na forma como as empresas estruturam o seu financiamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Com efeito, a imposi\u00e7\u00e3o deste limite incentiva as empresas a ponderar melhor o equil\u00edbrio entre financiamento por <strong>capitais pr\u00f3prios<\/strong>. Por exemplo, recurso a meios financeiros dos s\u00f3cios das empresas, que permitem \u00e0s empresas financiarem-se de forma mais saud\u00e1vel. E por <strong>capitais alheios<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por outras palavras, um elevado recurso a endividamento pode traduzir-se numa <strong>menor efici\u00eancia fiscal<\/strong> devido \u00e0 limita\u00e7\u00e3o da dedu\u00e7\u00e3o de juros.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta restri\u00e7\u00e3o tem tamb\u00e9m o objectivo de <strong>promover a estabilidade financeira das empresas, desencorajando o endividamento excessivo<\/strong> e contribuindo para um sistema fiscal mais equilibrado e justo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"exemplo-pratico-1\">Exemplo pr\u00e1tico 1<\/h2>\n\n\n\n<p>Consideremos uma empresa (ABC) que, no ano de 2024, apresentou um EBITDA fiscal de 5.000.000 euros e gastos de financiamento l\u00edquidos no valor de 2.500.000 euros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se atendermos ao limite de 30 %, a dedu\u00e7\u00e3o m\u00e1xima permitida seria de:<\/p>\n\n\n\n<p>30 % x 5.000.000 euros = 1.500.000 euros.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, significa isto que, em 2024, apesar de ter incorrido em gastos de financiamento l\u00edquidos no valor de 2.500.000 euros, a empresa ABC apenas poderia deduzir 1.500.000 euros, sendo os restantes 1.000.000 euros n\u00e3o dedut\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"exemplo-pratico-2\">Exemplo pr\u00e1tico 2<\/h2>\n\n\n\n<p>Imaginemos agora outra empresa (XYZ) que, no ano de 2025, ir\u00e1 apresentar um EBITDA fiscal de 500.000 euros e ir\u00e1 incorrer em gastos de financiamento l\u00edquidos no valor de 900.000 euros.<\/p>\n\n\n\n<p>Se atend\u00eassemos ao limite de 30 %, a dedu\u00e7\u00e3o m\u00e1xima permitida seria de:<\/p>\n\n\n\n<p>30 % x 500.000 euros = 150.000 euros.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, como vimos acima, o artigo 67.\u00ba do C\u00f3digo do IRC prev\u00ea um limite m\u00ednimo de 1.000.000 euros independentemente do <strong>EBITDA<\/strong> fiscal apurado em cada ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, seria mais vantajoso \u00e0 empresa XYZ utilizar o limite de 1.000.000 euros, apesar de no ano em quest\u00e3o prever apurar um EBITDA fiscal reduzido.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>\u00c9 fundamental que as empresas adoptem boas pr\u00e1ticas de contabilidade e mantenham registos detalhados, por forma a evitar que, em caso de inspe\u00e7\u00e3o fiscal, existam problemas.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"excepcoes-e-outras-regras-especiais-previstas-na-lei\">Excep\u00e7\u00f5es e outras regras especiais previstas na lei<\/h2>\n\n\n\n<p>O artigo 67.\u00ba contempla algumas excep\u00e7\u00f5es \u00e0s regras gerais de dedu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com efeito, empresas que integrem <strong>grupos consolidados fiscalmente<\/strong> podem ter um tratamento diferenciado. Isto, permite uma <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/indicadores-eficiencia-gestao\/\">gest\u00e3o mais eficiente<\/a> dos gastos de financiamento dentro do grupo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>certos sectores de actividade<\/strong>, nomeadamente, as entidades sujeitas \u00e0 supervis\u00e3o do <strong>Banco de Portugal<\/strong> e da Autoridade de Supervis\u00e3o de Seguros e Fundos de Pens\u00f5es, e \u00e0s sucursais em Portugal de institui\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito e outras institui\u00e7\u00f5es financeiras ou empresas de seguros. N\u00e3o se encontram <strong>sujeitos a estas limita\u00e7\u00f5es<\/strong>, precisamente devido \u00e0s particularidades associadas \u00e0 actividade que desenvolvem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"consequencias-do-incumprimento\">Consequ\u00eancias do incumprimento<\/h2>\n\n\n\n<p>O incumprimento das normas relativas \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o dos gastos de financiamento l\u00edquidos pode resultar em coimas e outras <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/como-racionalizar-o-irc-reduzir-as-correcoes-fiscais-e-verificar-o-cumprimento-das-normas-contabilisticas\/\">penaliza\u00e7\u00f5es fiscais<\/a> tais como juros compensat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/dicion%C3%A1rio-termos-empresariais\/autoridade-tributaria-e-aduaneira\/\">Autoridade Tribut\u00e1ria e Aduaneira<\/a> pode proceder a correc\u00e7\u00f5es fiscais, aumentando o lucro tribut\u00e1vel das empresas e, consequentemente, o imposto final a pagar.<\/p>\n\n\n<div class=\"single-cta\">\n\t<div class=\"single-cta__positioner\">\n\t\t<div class=\"single-cta__wrapper has-dark-background-color\">\n\t\t\t<div class=\"single-cta__content\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"single-cta__title h3\">Receba a newsletter Sage Advice<\/h2>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"single-cta__description\">\n\t\t\t\t\t\t<p>Inscreva-se para receber o boletim do Sage\u00a0Advice e receba os conselhos mais recentes diretamente no seu e-mail.<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a\n\t\t\t\t\t\thref=\"#gate-56228f27-e58f-435b-9b72-a561d684e263\"\n\t\t\t\t\t\tclass=\"single-cta__button button button--primary\"\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t>Subscrever<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"1215\" height=\"810\" src=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2023\/10\/GettyImages-1073868226-1215x810.jpg\" class=\"single-cta__image\" 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empresas.<\/p>\n","protected":false},"author":1843,"featured_media":10182,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_sage_video":false,"post_featured_image_hide":false,"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[85,72],"business_type":[135],"context":[],"industry":[],"persona":[],"imagine_tag":[136],"coauthors":[486],"class_list":["post-10870","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-estrategia-legal-e-processos","tag-financiamento","tag-impostos","business_type-contabilistas"],"sage_meta":{"region":"pt-pt","author_name":"Pedro Ribeiro","featured_image":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2024\/03\/Sage_BrandShootNC_Feb2024_Accountants_0298.jpg","imagine_tags":{"136":"Contabilistas"}},"distributor_meta":false,"distributor_terms":false,"distributor_media":false,"distributor_original_site_name":"Sage Advice 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