{"id":5962,"date":"2020-07-27T10:15:18","date_gmt":"2020-07-27T09:15:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/?p=5962"},"modified":"2025-12-03T15:12:55","modified_gmt":"2025-12-03T15:12:55","slug":"modelo-22-do-periodo-de-2019-parte-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/modelo-22-do-periodo-de-2019-parte-5\/","title":{"rendered":"Modelo 22 do Per\u00edodo de 2019 (parte 5)"},"content":{"rendered":"<header class=\"entry-header has-dark-background-color entry-header--has-illustration entry-header--has-illustration--generic\">\n\t<div class=\"container\">\n\t\t<div class=\"entry-header__row row align-center\">\n\t\t\t<div class=\"col col-lg-7 col-xlg-6 entry-header__content\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"component component-single-header\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"entry-header__misc text--subtitle text--uppercase text--small\">\n\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/category\/estrategia-legal-e-processos\/cumprir-legislacao-em-vigor\/\" class=\"entry-header__link\">Cumprir legisla\u00e7\u00e3o em vigor<\/a>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t<div class=\"entry-title-wrapper\">\n\t\t\t\t\t<h1 class=\"entry-title\">\n\t\t\t\t\t\tModelo 22 do Per\u00edodo de 2019 (parte 5)\t\t\t\t\t<\/h1>\n\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p class=\"entry-header__description\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n\t<div class=\"single-post-details container\">\n\t\t<div class=\"col\">\n\t\t\t<span class=\"posted-on \"><time class=\"entry-date published\" datetime=\"2020-07-27T10:15:18+01:00\">July 27, 2020<\/time><\/span><span class=\"reading-time\"> minutos de leitura<\/span>\n\t\t<button\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\tclass=\"social-share-button button button--icon button--secondary 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Lagos<\/span>\n\t\t\t<\/a>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>QUADRO 07 \u2013 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUT\u00c1VEL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I \u2013 AJUDA AO PREENCHIMENTO DO QUADRO 07 (1)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I.1 \u2013 PERDAS POR IMPARIDADE EM INVENT\u00c1RIOS E CR\u00c9DITOS \u2013 <u>Campos 718<\/u> \u2013 Art.\u00ba 28\u00ba e 28\u00ba-A do CIRC<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os normativos contabil\u00edsticos em vigor, os invent\u00e1rios, regra geral, devem ser mensurados pelo custo ou valor realiz\u00e1vel l\u00edquido, dos dois o mais baixo.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo 28.\u00ba, n.\u00ba 1 permite a dedutibilidade das perdas por imparidade em invent\u00e1rios, reconhecidas contabilisticamente no mesmo per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o ou em per\u00edodos de tributa\u00e7\u00e3o anteriores, at\u00e9 ao limite da diferen\u00e7a entre o respetivo custo de aquisi\u00e7\u00e3o ou de produ\u00e7\u00e3o e o valor realiz\u00e1vel l\u00edquido referido \u00e0 data do balan\u00e7o, ou seja, no \u00faltimo dia do per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o, quando este for inferior \u00e0quele.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos termos do n.\u00ba 2 do mesmo artigo, considera-se valor realiz\u00e1vel l\u00edquido o pre\u00e7o de venda estimado no decurso normal da atividade do sujeito passivo nos termos do n.\u00ba 4 do artigo 26.\u00ba, deduzido dos custos necess\u00e1rios de acabamento e venda.<\/p>\n\n\n\n<p>De real\u00e7ar que, atualmente, o C\u00f3digo do IRC, \u00e0 semelhan\u00e7a dos referenciais contabil\u00edsticos, aceita que no c\u00e1lculo da perda por imparidade se tome em considera\u00e7\u00e3o o montante dos custos necess\u00e1rios de acabamento e venda.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre que a perda por imparidade reconhecida em termos contabil\u00edsticos seja superior ao limite fiscalmente aceite nos termos dos referidos preceitos, deve a diferen\u00e7a apurada ser corrigida neste campo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Exemplo: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A sociedade B, Lda. adquiriu em 2019 uma mercadoria pelo montante de \u20ac 50.000,00. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;<\/em><em>No m\u00eas de dezembro de 2019, o sujeito passivo efetuou vendas de mercadorias id\u00eanticas (em condi\u00e7\u00f5es normais de mercado) pelo pre\u00e7o de \u20ac 49.500,00, suportando custos de venda de \u20ac 500,00. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;<\/em><em>Em 31 de dezembro, considerou que, presumivelmente, o pre\u00e7o de venda dessa mercadoria seria de \u20ac 48.500,00 e que os custos estimados necess\u00e1rios de acabamento e venda seriam de \u20ac 500,00. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;<\/em><em>Em termos contabil\u00edsticos, decidiu reconhecer em resultados uma perda por imparidade de \u20ac 2.000,00 [50.000,00 \u2013 (48.500,00 \u2013 500,00)]. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Em termos fiscais, por for\u00e7a do disposto no art.\u00ba 26.\u00ba, n.\u00ba 4, por remiss\u00e3o do art.\u00ba 28.\u00ba, n.\u00ba 2, s\u00f3 \u00e9 aceite um gasto de \u20ac 1.000,00 [50.000,00 \u2013 (49.500,00 \u2013 500,00)]. <\/em><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Corre\u00e7\u00e3o no Quadro 07: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Em 2019 <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Campo 718 <\/em><\/strong><em>\u2013 Acr\u00e9scimo de \u20ac 1.000,00 (2.000,00 \u2013 1.000,00) <\/em><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o tamb\u00e9m inscritas neste campo as perdas por imparidade <strong>n\u00e3o <\/strong>fiscalmente dedut\u00edveis, isto \u00e9, aquelas que <strong>n\u00e3o <\/strong>respeitem a:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Cr\u00e9ditos resultantes da atividade normal nas condi\u00e7\u00f5es da al\u00ednea a) do n.\u00ba 1 do artigo 28.\u00ba-A e do artigo 28.\u00ba-B;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Recibos por cobrar das empresas de seguros [art.\u00ba 28.\u00ba-A, n.\u00ba 1 al\u00ednea b)];<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Perdas por imparidade e outras corre\u00e7\u00f5es de valor constitu\u00eddas pelas entidades sujeitas \u00e0 supervis\u00e3o do Banco de Portugal e pelas sucursais em Portugal de institui\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito e outras institui\u00e7\u00f5es financeiras com sede noutro Estado membro da Uni\u00e3o Europeia ou do Espa\u00e7o Econ\u00f3mico Europeu, nos termos dos artigos 28.\u00ba-A, n.\u00ba 2 e 28.\u00ba-C, com a observ\u00e2ncia do disposto no Decreto Regulamentar n.\u00ba 13\/2018, de 28 de dezembro.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o tamb\u00e9m acrescidas as perdas por imparidade fiscalmente dedut\u00edveis, na parte que exceda os limites legais que se encontram previstos no artigo 28.\u00ba-B, e no artigo 28.\u00ba-C que remete para o disposto no Decreto Regulamentar n.\u00ba 13\/2018, de 28 de dezembro.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Exemplo: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A Sociedade X, Lda. reconheceu, no per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o de 2019, perdas por imparidade relativamente a d\u00edvidas a receber, no montante de \u20ac 180.000,00. <\/em><\/strong><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A perda por imparidade de d\u00edvidas a receber representa o valor (total) dos seguintes cr\u00e9ditos, relativamente aos quais existem provas objetivas de imparidade e de terem sido efetuadas dilig\u00eancias para o seu recebimento: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre clientes evidenciados como de cobran\u00e7a duvidosa:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Manuel Joaquim, Lda. (1), em mora h\u00e1 25 meses \u20ac 60.000,00<\/li>\n\n\n\n<li>Ant\u00f3nio Leal, Lda., em mora h\u00e1 17 meses \u20ac 80.000,00<em>\u00a0<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>(1) \u00c9 participada em 15% pela Sociedade X, Lda. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre outros devedores e credores:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Vitor Arcanjo (2), em mora h\u00e1 10 meses \u20ac 40.000,00<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>(2) Ex-diretor administrativo \/ financeiro <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Corre\u00e7\u00f5es no Quadro 07: <\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><strong><em>Cr\u00e9dito sobre Manuel Joaquim, Lda. \u2013 Por ser uma empresa participada em mais de 10%, a perda por imparidade n\u00e3o \u00e9 considerada gasto para efeitos fiscais [art.\u00ba 28.\u00ba-B, n.\u00ba 3, al\u00ednea d)] &#8211; \u20ac 60.000,00<\/em><\/strong><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong><strong><em>Cr\u00e9dito sobre Ant\u00f3nio Leal, Lda. \u2013 Considera-se como gasto a quantia correspondente a 50% de \u20ac 80.000,00, ou seja, \u20ac 40.000,00 [art.\u00ba 28.\u00ba-B, n.\u00ba 2, al\u00ednea b)]<\/em><\/strong><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><em><em>Cr\u00e9dito sobre Vitor Arcanjo \u2013 <strong>Por n\u00e3o resultar da atividade normal, a perda por imparidade n\u00e3o \u00e9 fiscalmente dedut\u00edvel [art.\u00ba 28.\u00ba-A, n.\u00ba 1, al\u00ednea a), \u201ca contrario\u201d] &#8211; \u20ac 40.000,00<\/strong><\/em><\/em><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Campo 718 <\/em><\/strong><em>\u2013 Acr\u00e9scimo de \u20ac 140.000,00 (60.000,00 + 40.000,00 + <\/em>000,00)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(1) IRC<\/strong><strong> 2019 <\/strong>Manual de Preenchimento do Quadro 07 da Declara\u00e7\u00e3o de Rendimentos Modelo 22 do Portal das Finan\u00e7as<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I \u2013 AJUDA AO PREENCHIMENTO DO QUADRO 07 (1)<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I.1 \u2013 PERDAS POR IMPARIDADE DE ATIVOS N\u00c3O CORRENTES E DEPRECIA\u00c7\u00d5ES E AMORTIZA\u00c7\u00d5ES \u2013 <u>Campo 719<\/u> \u2013 Art.\u00ba 31-B\u00ba e 34\u00ba do CIRC<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 de incluir neste campo as perdas por imparidade em ativos n\u00e3o correntes que n\u00e3o sejam aceites fiscalmente nos termos dos n.\u00bas 1 a 6 do artigo 31.\u00ba-B do CIRC no per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o em que ocorrem.<\/p>\n\n\n\n<p>Tais perdas por imparidade podem, por\u00e9m, vir a ser deduzidas nos termos e no prazo referidos no n.\u00ba 7 deste artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o aceites como gastos, nos termos do artigo 34.\u00ba, n.\u00ba 1, as deprecia\u00e7\u00f5es e amortiza\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a) De elementos do ativo n\u00e3o sujeitos a deperecimento;<\/li>\n\n\n\n<li>b) De im\u00f3veis, na parte correspondente ao valor dos terrenos ou na n\u00e3o sujeita a deperecimento. No caso de desconhecimento do valor do terreno, deve ser-lhe atribu\u00eddo, para efeitos fiscais, 25% do valor global, a n\u00e3o ser que o contribuinte estime outro valor com base em c\u00e1lculos devidamente fundamentados e aceites pela AT. O valor atribu\u00eddo tem, por\u00e9m, como limite m\u00ednimo o determinado nos termos do C\u00f3digo do Imposto Municipal sobre Im\u00f3veis (CIMI) ou, no caso de este ainda n\u00e3o estar determinado, o correspondente a 25% do valor patrimonial tribut\u00e1rio do im\u00f3vel constante da matriz \u00e0 data da respetiva aquisi\u00e7\u00e3o (art.\u00ba 10.\u00ba, n.\u00bas 3 e 4 e art.\u00ba 22.\u00ba, al\u00ednea c), ambos do Decreto Regulamentar n.\u00ba 25\/2009, de 14 de setembro);<\/li>\n\n\n\n<li>c) Que resultem da utiliza\u00e7\u00e3o de taxas de deprecia\u00e7\u00e3o ou amortiza\u00e7\u00e3o superiores \u00e0s previstas;<\/li>\n\n\n\n<li>d) Praticadas para al\u00e9m do per\u00edodo m\u00e1ximo de vida \u00fatil do bem, ressalvando-se os casos especiais devidamente justificados e aceites pela AT;<\/li>\n\n\n\n<li>e) Das viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, incluindo os ve\u00edculos el\u00e9tricos, na parte correspondente ao custo de aquisi\u00e7\u00e3o ou ao valor revalorizado que exceda o montante definido na Portaria n.\u00ba 467\/2010, de 07\/07, bem como dos barcos de recreio e avi\u00f5es de turismo, desde que tais bens n\u00e3o estejam afetos \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o p\u00fablico de transportes ou n\u00e3o se destinem a ser alugados no exerc\u00edcio da atividade normal do sujeito passivo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Repare-se que os demais encargos relativos a barcos de recreio e avi\u00f5es de turismo previstos na al\u00ednea k) do n.\u00ba 1 do artigo 23.\u00ba-A s\u00e3o inscritos no <strong>campo 784<\/strong>;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>f) Relativas \u00e0 parte correspondente \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a positiva entre as mais-valias e as menos-valias realizadas at\u00e9 ao per\u00edodo de tributa\u00e7\u00e3o de 2000, inclusive, que for imputada ao custo de aquisi\u00e7\u00e3o dos bens em que se concretizou o reinvestimento nos termos do n.\u00ba 6 do artigo 44.\u00ba do CIRC (reda\u00e7\u00e3o anterior \u00e0 Lei n.\u00ba 30-G\/2000, de 29\/12).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esta remiss\u00e3o para o artigo 44.\u00ba deve considerar-se efetuada para a anterior reda\u00e7\u00e3o do artigo 45.\u00ba em vigor at\u00e9 2000-12-31 e que, em parte, continuou a ter aplica\u00e7\u00e3o nos per\u00edodos de tributa\u00e7\u00e3o de 2001 e seguintes, por for\u00e7a dos regimes transit\u00f3rios estabelecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre este assunto, veja-se a Circular n.\u00ba 7\/2002, de 2 de abril, da DSIRC.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Exemplo: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A empresa Beta, Lda. depreciou, em 2019, tendo utilizado as taxas m\u00e1ximas previstas no DR n.\u00ba 25\/2009, os seguintes bens do seu ativo fixo tang\u00edvel: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Ano aquis.&nbsp; &nbsp;C. aquis.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Deprec contabil.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Deprec. acumul. <\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Mobili\u00e1rio (tx 12,5%) (1)<\/em><\/strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;2018 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 20.000,00 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4.297,00 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 10.547,00 <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Viat. Lig. Pas.(tx 25%) (2)<\/strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;2019 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 50.000,00 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 12.500,00 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 12.500,00 <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Edif\u00edc. Comer. (tx 2%) (3)<\/strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;2015 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 250.000,00 &nbsp;&nbsp;&nbsp; 5.000,00 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 25.000,00 <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>(1) Foi utilizado o m\u00e9todo das quotas decrescentes <\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>(2) Bem adquirido em regime de loca\u00e7\u00e3o financeira <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(3) Valor do terreno desconhecido <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Corre\u00e7\u00f5es no Quadro 07: <\/em><\/strong><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>a) Mobili\u00e1rio<\/em><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong><em>(13.750,00 x 31,25%) \u2013 (20.000,00 x 12,5%) = 4.297,00 \u2013 2.500,00 = 1.797,00 (relativamente ao mobili\u00e1rio n\u00e3o pode ser utilizado o m\u00e9todo das quotas <\/em><\/strong><strong><em>decrescentes, mas t\u00e3o somente o m\u00e9todo da linha reta \u2013 artigo 30.\u00ba, n.\u00ba 2, al\u00ednea b) do CIRC e artigo 4.\u00ba n.\u00ba 2 al\u00ednea c) do Decreto Regulamentar n.\u00ba 25\/2009)<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>b) Viaturas ligeiras de passageiros <\/em><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;<\/em><em>(50.000,00 x 25%) \u2013 (25.000,00 x 25%) = 12.500,00 \u2013 6.250,00 = 6.250,00 [artigo 34.\u00ba, n.\u00ba 1, al\u00ednea e) do CIRC]. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>NOTA: Considera-se que esta viatura se enquadra na al\u00ednea d) do n.\u00ba 4 do artigo 1.\u00ba da Portaria n.\u00ba 467\/2010, de 7 de julho, pelo que o respetivo custo de aquisi\u00e7\u00e3o, para efeitos de deprecia\u00e7\u00e3o fiscal, \u00e9 de \u20ac 25.000,00.<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>\u00a0<\/em><strong><em>c) Edif\u00edcio comercial <\/em><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>(250.000,00 x 2%) \u2013 [75% x (250.000,00 x 2%)] = 5.000,00 \u2013 3.750,00 = 1.250,00 (valor do terreno desconhecido, logo recorre-se a 25% do valor global \u2013 art.\u00ba 10.\u00ba, n.\u00ba 3 do Decreto Regulamentar n.\u00ba 25\/2009) <\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>Campo 719 <\/em><\/strong><em>\u2013 <strong>Acr\u00e9scimo de \u20ac 9.297,00 (1.797,00 + 6.250,00 + 1.250,00) <\/strong><\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>De notar que a NCRF 6 \u2013 <em>Ativos intang\u00edveis <\/em>aplic\u00e1vel aos per\u00edodos com in\u00edcio em ou ap\u00f3s 1 de janeiro de 2016, determina, no seu par\u00e1grafo 105, que os ativos intang\u00edveis com vida \u00fatil indefinida sejam amortizados num per\u00edodo m\u00e1ximo de dez anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, se estes ativos n\u00e3o forem fiscalmente amortiz\u00e1veis por n\u00e3o se enquadrarem no artigo 16.\u00ba do Decreto Regulamentar n.\u00ba 25\/2009, de 14 de setembro, as amortiza\u00e7\u00f5es contabil\u00edsticas t\u00eam de ser acrescidas neste <strong>campo 719 <\/strong>(sobre este assunto veja-se tamb\u00e9m as instru\u00e7\u00f5es de preenchimento do <strong>campo 792<\/strong>, relacionadas com o artigo 45.\u00ba-A)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I.2 \u2013 GASTO FISCAL RELATIVO A ATIVOS INTANGIVEIS, PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO E ATIVOS BIOL\u00d3GICOS N\u00c3O CONSUMIVEIS \u2013 <u>Campo 792<\/u> \u2013 Art.\u00ba 45\u00ba-A <\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste campo \u00e9 de deduzir a parcela do custo de aquisi\u00e7\u00e3o dos ativos intang\u00edveis, das propriedades de investimento e dos ativos biol\u00f3gicos n\u00e3o consum\u00edveis apurada de acordo com o artigo 45.\u00ba-A do CIRC.<\/p>\n\n\n\n<p>Relativamente aos ativos intang\u00edveis veja-se, tamb\u00e9m, a parte final das instru\u00e7\u00f5es de preenchimento do <strong>campo 719 <\/strong>referentes ao acr\u00e9scimo de amortiza\u00e7\u00f5es contabil\u00edsticas n\u00e3o aceites fiscalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o artigo 45.\u00ba-A, temos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>i) Para os ativos intang\u00edveis reconhecidos autonomamente, nos termos da normaliza\u00e7\u00e3o contabil\u00edstica, nas contas individuais do sujeito passivo: deduz-se (em partes iguais) 1\/20 do custo de aquisi\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s o reconhecimento inicial, de elementos de propriedade industrial adquiridos a t\u00edtulo oneroso que n\u00e3o tenham vig\u00eancia temporal limitada e do <em>goodwill <\/em>adquirido numa concentra\u00e7\u00e3o de atividades empresariais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para estes ativos o regime s\u00f3 se aplica desde que <strong>adquiridos em ou ap\u00f3s 1 de janeiro de 2014 <\/strong>(artigo 12.\u00ba, n.\u00ba 1 da Lei n.\u00ba 2\/2014, de 16 de janeiro).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Exemplo: <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Aquisi\u00e7\u00e3o, em 2015, de uma marca pelo valor de \u20ac 1.000.000,00. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Em 2015 (e nos 19 per\u00edodos de tributa\u00e7\u00e3o seguintes): <\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>Campo 792 <\/em><\/strong>\u2013 <em>Dedu\u00e7\u00e3o de \u20ac 50.000,00 (\u20ac 1.000.000,00 I 20) <\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>ii) Para as propriedades de investimento que sejam subsequentemente mensuradas ao justo valor: deduz-se, em partes iguais, uma parcela do custo de aquisi\u00e7\u00e3o, das grandes repara\u00e7\u00f5es e beneficia\u00e7\u00f5es e das benfeitorias, durante o per\u00edodo de vida \u00fatil que resulta da aplica\u00e7\u00e3o da quota m\u00ednima de deprecia\u00e7\u00e3o que seria fiscalmente aceite caso o ativo permanecesse reconhecido ao custo de aquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>iii) Para os ativos biol\u00f3gicos n\u00e3o consum\u00edveis que sejam subsequentemente mensurados ao justo valor: deduz-se, em partes iguais, uma parcela do custo de aquisi\u00e7\u00e3o durante o per\u00edodo de vida \u00fatil que resulta da aplica\u00e7\u00e3o da quota m\u00ednima de deprecia\u00e7\u00e3o que seria fiscalmente aceite caso o ativo permanecesse reconhecido ao custo de aquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;(2) <\/strong><strong>IRC<\/strong><strong> 2019 <\/strong>Manual de Preenchimento do Quadro 07 da Declara\u00e7\u00e3o de Rendimentos Modelo 22 do Portal das Finan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Saiba mais sobre a Modelo 22 nos seguintes artigos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/modelo-22-do-periodo-de-2019\/\">Modelo 22 do Per\u00edodo de 2019<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/modelo-22-do-periodo-de-2019-parte-2\/\">Modelo 22 do Per\u00edodo de 2019 (parte 2)<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/modelo-22-do-periodo-de-2019-parte-3\/\">Modelo 22 do Per\u00edodo de 2019 (parte 3)<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/modelo-22-do-periodo-de-2019-parte-4\/\">Modelo 22 do Per\u00edodo de 2019 (parte 4)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"single-cta\">\n\t<div class=\"single-cta__positioner\">\n\t\t<div class=\"single-cta__wrapper has-dark-background-color\">\n\t\t\t<div class=\"single-cta__content\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"single-cta__title h3\">Receba a newsletter Sage Advice<\/h2>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"single-cta__description\">\n\t\t\t\t\t\t<p>Inscreva-se para receber o boletim do Sage\u00a0Advice e receba os conselhos mais recentes diretamente no seu e-mail.<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a\n\t\t\t\t\t\thref=\"#gate-56228f27-e58f-435b-9b72-a561d684e263\"\n\t\t\t\t\t\tclass=\"single-cta__button button button--primary\"\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t>Subscrever<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"1215\" height=\"810\" src=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2023\/10\/GettyImages-1073868226-1215x810.jpg\" class=\"single-cta__image\" alt=\"Rapaz ao telefone no seu escrit\u00f3rio\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2023\/10\/GettyImages-1073868226-1215x810.jpg 1215w\" sizes=\"auto, (min-width: 48em) 33vw, 100vw\" \/>\t\t\t<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>QUADRO 07 \u2013 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUT\u00c1VEL &nbsp; I \u2013 AJUDA AO PREENCHIMENTO DO QUADRO 07 (1) I.1 \u2013 PERDAS POR IMPARIDADE EM INVENT\u00c1RIOS E CR\u00c9DITOS \u2013 Campos 718 \u2013 Art.\u00ba 28\u00ba e 28\u00ba-A do CIRC De acordo com os normativos contabil\u00edsticos em vigor, os invent\u00e1rios, regra geral, devem ser mensurados pelo custo ou valor 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