{"id":7760,"date":"2022-05-12T09:30:45","date_gmt":"2022-05-12T08:30:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/?p=7760"},"modified":"2025-12-03T14:50:32","modified_gmt":"2025-12-03T14:50:32","slug":"o-impacto-da-guerra-no-setor-energetico-quais-os-desafios-para-este-setor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/o-impacto-da-guerra-no-setor-energetico-quais-os-desafios-para-este-setor\/","title":{"rendered":"O impacto da guerra no setor energ\u00e9tico: quais os desafios para este setor?"},"content":{"rendered":"<header class=\"entry-header has-dark-background-color entry-header--has-illustration entry-header--has-illustration--generic\">\n\t<div class=\"container\">\n\t\t<div class=\"entry-header__row row align-center\">\n\t\t\t<div class=\"col col-lg-7 col-xlg-6 entry-header__content\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"component component-single-header\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"entry-header__misc text--subtitle text--uppercase text--small\">\n\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/category\/dinheiro-e-poupanca\/\" class=\"entry-header__link\">Dinheiro e Poupan\u00e7a<\/a>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t<div class=\"entry-title-wrapper\">\n\t\t\t\t\t<h1 class=\"entry-title\">\n\t\t\t\t\t\tO impacto da guerra no setor energ\u00e9tico: quais os desafios para este setor?\t\t\t\t\t<\/h1>\n\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p class=\"entry-header__description\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n\t\t<div class=\"single-post-details container\">\n\t\t<div class=\"col\">\n\t\t\t<span class=\"posted-on \"><time class=\"entry-date published\" datetime=\"2022-05-12T09:30:45+01:00\">Maio 12, 2022<\/time><\/span><span class=\"reading-time\"> minutos de leitura<\/span>\n\t\t<button\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\tclass=\"social-share-button button button--icon button--secondary js-social-share-button\"\n\t\t\tdata-share-title=\"O impacto da guerra no setor energ\u00e9tico: quais os desafios para este setor?\"\n\t\t\tdata-share-url=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/o-impacto-da-guerra-no-setor-energetico-quais-os-desafios-para-este-setor\/\"\n\t\t\tdata-share-text=\"Por favor, leia este artigo interessante\"\n\t\t>\n\t\t\t<span class=\"social-share-button__share-label\">Partilhar<\/span>\n\t\t\t<span class=\"social-share-button__copy-label\" hidden>Copiar link<\/span>\n\t\t\t<span class=\"social-share-button__copy-tooltip\" aria-hidden=\"true\" hidden>Copiada<\/span>\n\t\t<\/button>\n\n\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n\t<\/header>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-post-author has-dark-background-color alignfull\">\n\t<div class=\"container\">\n\t\t<div class=\"col\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"co-authors\">\n\t\t\t\t\t\n\t\t<div class=\"entry-author-wrapper\">\n\t\t\t<a class=\"entry-author\" href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/author\/mariaanabarroso\/\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"40\" height=\"40\" src=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2022\/01\/IMG_2971-2-350x350.jpg\" class=\"entry-author__image\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<span class=\"entry-author__name\">Maria Caldeira<\/span>\n\t\t\t<\/a>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n\n<p>Foi h\u00e1 j\u00e1 mais de dois meses que, a 24 de fevereiro deste ano, o mundo assistiu ao in\u00edcio de uma guerra mesmo \u00e0 entrada da Europa, com a invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia por parte da R\u00fassia.<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo certo que a prioridade absoluta neste momento est\u00e1 em gerir a tr\u00e1gica crise humanit\u00e1ria que esta guerra est\u00e1 a provocar, h\u00e1 <strong>efeitos na economia mundial<\/strong> que, ainda secund\u00e1rios, ser\u00e3o consider\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos setores econ\u00f3micos que mais <strong>est\u00e1 a sentir o impacto do conflito<\/strong> \u00e9, como n\u00e3o podia deixar de ser, <strong>o energ\u00e9tico<\/strong>, com <strong>efeitos indiretos<\/strong> numa alargada gama de outros setores que dele dependem. De uma forma ou de outra, o mundo ser\u00e1 muito afetado por este conflito, maioritariamente por via da forte <strong>subida dos pre\u00e7os energ\u00e9ticos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Numa comunica\u00e7\u00e3o recente, o <strong>Banco Mundial veio avisar que os pre\u00e7os da energia dever\u00e3o subir mais de 50% em 2022 <\/strong>e o ajuste em baixa s\u00f3 conseguir\u00e1 ser feito durante os anos de 2023 e 2024. Com a ressalva de que qualquer previs\u00e3o feita agora assenta numa enorme inc\u00f3gnita relacionada n\u00e3o s\u00f3 quanto a qual ser\u00e1 a dura\u00e7\u00e3o desta guerra, como quanto a potenciais ganhos de escala se a mesma se vier a alastrar para outras geografias. Em setores como a <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/tecnologia-aliada-internet-of-things-para-aumentar-a-produ-o-e-diminuir-os-custos-na-agricultura\/\">agricultura<\/a> e a <strong>metalurgia<\/strong>, a <strong>subida de pre\u00e7os rondar\u00e1 os 20% este ano<\/strong>, em parte por efeito indireto do aumento dos pre\u00e7os da energia, assim como porque tanto a R\u00fassia como a Ucr\u00e2nia s\u00e3o grandes produtores de bens alimentares, nomeadamente de cereais. O Banco Mundial espera, de resto, que os pre\u00e7os das mat\u00e9rias-primas, como a energia ou os alimentos, se mantenham historicamente elevados at\u00e9 2024.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uma-crise-energetica-que-nao-comecou-agora\"><strong>Uma crise energ\u00e9tica que n\u00e3o come\u00e7ou agora<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O conflito armado que se vive no leste da Europa veio agravar um cen\u00e1rio que j\u00e1 n\u00e3o era famoso. A crise energ\u00e9tica come\u00e7ou antes, com o pre\u00e7o do g\u00e1s a atingir valores recordes nos \u00faltimos tempos, e os analistas a antever a possibilidade de um dr\u00e1stico agravamento dos pre\u00e7os. <strong>O Goldman Sachs dizia ainda em janeiro que as economias teriam de se preparar para pre\u00e7os a atingir o dobro do normal durante os pr\u00f3ximos anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia pela R\u00fassia, no final de fevereiro, as previs\u00f5es foram for\u00e7osamente alteradas, para muito pior. Com a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os vir\u00e1 uma outra, sobre a <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/uma-estrategia-solida-para-fomentar-a-rentabilidade-da-sua-empresa\/\">rentabilidade<\/a> do setor energ\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Este contexto leva-nos para outro tema que agora est\u00e1 a ser corrigido \u2018\u00e0 for\u00e7a\u2019. \u00c9 verdade que h\u00e1 riscos inerentes \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/globalizacao-vantagens-desvantagens\/\">globaliza\u00e7\u00e3o,<\/a> que fazem hoje com que os efeitos nocivos de acontecimentos como este &#8211; a guerra &#8211; alastrem a todo o mundo de forma muito mais dr\u00e1stica e veloz. Mas, quando falamos de fornecedores como a R\u00fassia, com regimes pol\u00edticos longe de poderem ser considerados democr\u00e1ticos, \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 a independ\u00eancia, mas tamb\u00e9m a seguran\u00e7a energ\u00e9tica que est\u00e1 em causa.<\/p>\n\n\n\n<p>A independ\u00eancia vem de se poder ter <strong>fontes de energia nacionais ou locais<\/strong>, por exemplo. A seguran\u00e7a energ\u00e9tica consegue-se quando n\u00e3o se depende, em grande escala, de um s\u00f3 pa\u00eds ou pa\u00edses para o fornecimento de energia, sobretudo se s\u00e3o pa\u00edses dos quais nunca sabemos exatamente o que esperar, ou seja, que est\u00e3o longe de ser parceiros fi\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Ora, a realidade que temos est\u00e1 longe de ser a desej\u00e1vel no momento em que um pa\u00eds com o poder e postura b\u00e9lica da R\u00fassia \u00e9 um dos grandes fornecedores de g\u00e1s \u00e0 Europa. <strong>Quase metade do g\u00e1s natural que a Uni\u00e3o Europeia importa vem da R\u00fassia, seguido da Noruega e da Arg\u00e9lia.<\/strong> E a oferta interna da Uni\u00e3o Europeia desta mat\u00e9ria-prima satisfaz apenas 10% da sua procura total.<\/p>\n\n\n\n<p>Chegados a este conflito armado e com a necessidade de, ao mesmo tempo, punir a R\u00fassia pela sua atua\u00e7\u00e3o, os pa\u00edses europeus viram-se para os EUA, por exemplo, em busca de alternativas e de op\u00e7\u00f5es mais seguras, numa verdadeira corrida contra o tempo. A diversifica\u00e7\u00e3o do fornecimento de energia tornou-se numa verdadeira emerg\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-a-guerra-enquanto-impulsionadora-da-transicao-energetica\"><strong>A guerra enquanto impulsionadora da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Tal como noutros momentos dif\u00edceis da Hist\u00f3ria se conseguiu, apesar de todo o mal, retirar algo de bom e evoluir, tamb\u00e9m aqui pode dar-se o caso de, desta terr\u00edvel trag\u00e9dia, sair uma <strong>acelera\u00e7\u00e3o do recurso a energias limpas&nbsp;<\/strong>para satisfazer as necessidades de pessoas e empresas na Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a atual guerra na Ucr\u00e2nia \u00e9 uma forte condicionante neste momento para o setor energ\u00e9tico, a <strong>crise clim\u00e1tica <\/strong>\u00e9 outra, bem mais estrutural. E os mais otimistas esperam que a crise energ\u00e9tica impulsione o refor\u00e7o do uso das energias renov\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 verdade que tem sido percorrido caminho, mas \u00e9 preciso tempo e, sobretudo, vontade pol\u00edtica para que as coisas acelerem. A Uni\u00e3o Europeia, recorde-se, tem vindo a reduzir a sua depend\u00eancia do carv\u00e3o, tendo por meta reduzir as emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa em 55% at\u00e9 2030 e chegar \u00e0 neutralidade de carbono at\u00e9 2050.<\/p>\n\n\n\n<p>O papel dos governos \u00e9 crucial e est\u00e1 longe de ser uma miss\u00e3o que todos abracem com grande vontade. A come\u00e7ar porque o lobby dos fornecedores de energia \u00e9 muito forte. E tamb\u00e9m porque os seus eleitorados t\u00eam outras preocupa\u00e7\u00f5es mais prementes e com maior peso nos <strong>or\u00e7amentos de fam\u00edlias e empresas, como \u00e9 o caso do custo do imobili\u00e1rio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois, o tempo da pol\u00edtica n\u00e3o se coaduna muitas vezes com o tempo que estes processos demoram a acontecer. Algumas altera\u00e7\u00f5es para energias menos ou nada poluentes t\u00eam efeitos ben\u00e9ficos a longo prazo, mas podem, no curto prazo, pressionar os pre\u00e7os da energia, o que nunca ser\u00e1 popular.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre o embate da guerra e a press\u00e3o clim\u00e1tica, estes prometem ser tempos definidores e hist\u00f3ricos para o futuro do setor energ\u00e9tico mundial.<\/p>\n\n\n<div class=\"single-cta\">\n\t<div class=\"single-cta__positioner\">\n\t\t<div class=\"single-cta__wrapper has-dark-background-color\">\n\t\t\t<div class=\"single-cta__content\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"single-cta__title h3\">Receba a newsletter Sage Advice<\/h2>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"single-cta__description\">\n\t\t\t\t\t\t<p>Inscreva-se para receber o boletim do Sage\u00a0Advice e receba os conselhos mais recentes diretamente no seu e-mail.<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a\n\t\t\t\t\t\thref=\"#gate-56228f27-e58f-435b-9b72-a561d684e263\"\n\t\t\t\t\t\tclass=\"single-cta__button button button--primary\"\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t>Subscrever<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"1215\" height=\"810\" src=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2023\/10\/GettyImages-1073868226-1215x810.jpg\" class=\"single-cta__image\" alt=\"Rapaz ao telefone no seu escrit\u00f3rio\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/www.sage.com\/pt-pt\/blog\/wp-content\/uploads\/sites\/15\/2023\/10\/GettyImages-1073868226-1215x810.jpg 1215w\" sizes=\"auto, (min-width: 48em) 33vw, 100vw\" \/>\t\t\t<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi h\u00e1 j\u00e1 mais de dois meses que, a 24 de fevereiro deste ano, o mundo assistiu ao in\u00edcio de uma guerra mesmo \u00e0 entrada da Europa, com a invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia por parte da R\u00fassia. 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