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À medida que os profissionais de contabilidade se preparam para a próxima década, surge a certeza de que os clientes estão a exigir mais, a tecnologia pode melhorar as formas de trabalho e as principais crenças que orientavam a profissão devem agora ser reavaliadas.

O relatório The Practice of Now 2019, já no seu terceiro ano, inclui os resultados de uma investigação independente junto de 3000 contabilistas de todo o mundo. Os resultados revelam como é o panorama laboral dos contabilistas, nos dias de hoje e no futuro, proporcionando perspetivas do mundo real sobre como os contabilistas da atualidade podem continuar a ter sucesso.

Faça download do relatório ainda hoje para descobrir porque é que a contabilidade é uma profissão em evolução, de que forma é que os contabilistas estão na iminência da mudança, porque é que é necessária uma mão de obra diversificada para satisfazer as expectativas dos clientes e de que forma é que os contabilistas estão a desenvolver uma prática que está preparada para a terceira década do século XXI.

Faça download do relatório na íntegra (PDF, 6,75 MB)

A publicação de Accounting for Change – A practical guide for accountants foi escrita por contabilistas e para contabilistas e é um livro digital que oferece um conjunto de dicas e conselhos desenvolvidos para ajudar as organizações a navegarem por perturbações digitais.

Ao partilhar perspetivas e orientações que sustentam o futuro da profissão de contabilista, este guia prático foca-se em quatro pilares fundamentais: Talento, Cultura, Preparação e Implementação da mudança digital.

Jennifer Warawa, EVP – Partners, Accountants and Alliances diz, “Nos últimos 20 anos, a tecnologia transformou a forma como vivemos e trabalhamos para sempre. Isto verifica-se sobretudo numa das profissões mais antigas do mundo: a contabilidade. Esta semana farei uma apresentação no Congresso Mundial de Contabilistas relativamente à mudança a que assisti na profissão, e este guia acompanha esse debate, ajudando os contabilistas a navegarem e a prepararem-se para os anos vindouros”.

Faça download do relatório na íntegra (PDF, 629 KB)

O artigo contém as ideias fundamentais de uma discussão recente entre o governo e os líderes comerciais internacionais – organizado pela Sage – relativamente à função da indústria na sensibilização das pessoas para as implicações éticas da Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial (IA) fornece perspetivas reais com aplicações do mundo real. A sua presença global materializa-se em inovações comerciais, académicas e governamentais. A IA tem impacto nas vidas pessoais e profissionais – desde um gestor de RH que quer encontrar a pessoa certa para um trabalho técnico a alguém que vai ter um bebé e quer encontrar o hospital mais próximo. Todavia, existe ainda uma necessidade global de desmistificar a IA para as pessoas de uma forma ética, de confiança e sustentável. As empresas têm de liderar esse processo através de um diálogo honesto e global sobre os benefícios da IA para a indústria, o governo e as nossas vidas pessoais.

Este artigo detalha conclusões e recomendações do debate que demonstrou como a indústria pode ajudar a esclarecer o desenvolvimento da IA junto das pessoas, a obter o apoio das empresas para práticas éticas de IA, a adotar padrões éticos para o desenvolvimento da IA e a aplicar abordagens éticas ao desenvolvimento da IA no mundo real. Detalha conclusões e recomendações do debate.

Faça download do relatório na íntegra (PDF, 4,85 MB)

Os laboratórios FutureMakers da Sage foram lançados para trazer experiências de trabalho e educativas sobre IA diretamente a menores de 18 anos em cinco cidades irlandesas e britânicas

A Sage revelou sinais entusiasmantes de que o papel emergente do Reino Unido enquanto líder mundial em Inteligência Artificial (IA) pode ser fomentado por talento nacional; 1 em 4 (25%) jovens com idades entre os 8 e os 18 anos está a considerar uma carreira futura nessa indústria.

Os resultados do estudo realizado pela YouGov baseiam-se nas respostas de 1484 crianças com idades entre os 8 e os 18 anos no Reino Unido. Indicam que a cadeia de talentos está a ser liderada por jovens que salientam o seu já existente prazer com a tecnologia em geral (66%) e a crença de que uma carreira em IA seria entusiasmante e motivadora (37%) ou a vontade de trabalhar na vanguarda da tecnologia (31%).

Embora estas sejam razões para otimismo, existem também alguns sinais de que a diversidade que é essencial para construir uma indústria de IA inclusiva e uma que mitigue perspetivas de emprego futuras para a força de trabalho que aí vem pode estar em risco se tal não for resolvido já. Dos jovens inquiridos, os que provavelmente não considerariam uma carreira em IA (56%) afirmaram:

  • O motivo mais citado (29%) foi que prefeririam uma carreira mais criativa
  • Cerca de um quarto (24%) disseram que achavam que não teriam as qualificações necessárias.
  • Uns preocupantes 21% simplesmente não consideravam ser suficientemente inteligentes para um trabalho em IA

Estes resultados indicam que existem ainda muitos jovens que não fazem ideia dos diversos tipos de experiência e educação que os trabalhos relacionados com a IA podem requerer; desde artistas, escritores criativos e linguistas a programadores e solucionadores de problemas. Este ponto pode atrasar o progresso do Reino Unido na liderança da IA.

A investigação marca o lançamento britânico de uma série de eventos que mostram a IA aos jovens, os laboratórios FutureMakers da Sage, realizada através da Fundação Sage em parceria com a associação caritativa Tech for Life. As sessões foram concebidas para educar mais jovens sobre a vasta gama de competências necessárias para uma carreira em IA numa fase inicial da sua educação, incluindo o design ético como parte do currículo do curso.

A Sage já salientou a necessidade de garantir que o Reino Unido tem uma cadeia de talentos diversificada e saudável para auxiliar os clientes, a comunidade comercial e a economia do país, no sentido de proporcionar os potenciais benefícios de produtividade da IA no Código de Ética de 2017. A Sage pede agora mais ações por parte do governo e da indústria tecnológica para resolver o problema de elitismo da indústria de IA e de tecnologias emergentes.

Nos próximos seis meses, os laboratórios FutureMakers da Sage de participação livre vão ocorrer no Reino Unido e na Irlanda, capacitando mais de 150 jovens com 18 anos ou menos. Depois destes cursos iniciais, cerca de 30 jovens terão oportunidade de participar num curso mais aprofundado de um dia em setembro, e 15 desses jovens terão uma colocação relevante na Sage ou num parceiro da Sage que trabalhe em IA.

Siga a @sagefoundation e a @TechforLifeUK para atualizações sobre os laboratórios FutureMakers da Sage.

Para saber mais informações e registar-se nas sessões, visite Tech for Life.

Novo relatório da Sage revela o impacto devastador dos pagamentos em atraso para as pequenas e médias empresas em todo o mundo.

Um relatório publicado pela Sage revela os impactos negativos dos pagamentos em atraso para as pequenas e médias empresas, custando um total de 3 biliões de dólares a nível global. O estudo revela que 1 em 10 faturas é paga em atraso e que 8% nunca são pagas ou são pagas tão tarde que as empresas são obrigadas a classificá-las como incobráveis.

‘Pagamentos em atraso: O Efeito Dominó’ demonstra que quase 40% das pequenas e médias empresas sentem o impacto negativo direto de pagamentos em atraso – desde a redução do investimento em inovação ao cancelamento de bónus de Natal e ao corte nos pagamentos dos colaboradores.

Saiba mais

A Sage inquiriu milhares de indivíduos das comunidades tecnológicas e de consumidores nos Estados Unidos e no Reino Unido. O nosso objetivo era compreender melhor as verdadeiras atitudes humanas perante a IA.

O impacto da IA é global. As perceções de IA variam nas comunidades tecnológicas, comerciais e de consumidores em todo o mundo, mas uma coisa é evidente: o impacto da IA nos negócios e, em breve, nas nossas vidas quotidianas é o tópico tecnológico da atualidade.

A Sage inquiriu milhares de indivíduos das comunidades tecnológicas e de consumidores nos Estados Unidos e no Reino Unido. O nosso objetivo era compreender melhor as verdadeiras atitudes humanas perante a IA, identificar onde e como as pessoas desenvolvem as suas perceções de IA e continuar a trabalhar para identificar os problemas reais e imediatos que têm de ser abordados.

“Algumas das nossas descobertas foram surpreendentes.” Afirma Kriti Sharma, VP de Bots e IA da Sage “Embora a maior parte das pessoas seja otimista relativamente à IA, muitas – cerca de metade de todos os consumidores inquiridos – admitiram prontamente “não fazer ideia do que é a IA”. Embora as pessoas da indústria tecnológica considerem que a IA é o tópico mais importante neste momento, há muito ainda por fazer para educar melhor o mundo sobre a IA, defini-la e comunicar o que consegue realmente fazer.”

Faça download do relatório na íntegra (PDF: 553 KB)

A Sage Foundation e a LKMco apresentam uma nova perspetiva sobre a realidade dos jovens sem-abrigo e o que podemos todos fazer para ajudar os jovens que lutam por um começo de vida melhor.

#placetocallhome
Siga esta conversa na @sagefoundation

Este relatório foi solicitado pela Sage Foundation e escrito pelo grupo de reflexão e ação de educação e desenvolvimento de jovens da LKMco. (lkmco.org.uk |  @LKMco)

Tínhamos uma grande questão para fazer.

Como é que um jovem acaba sem um sítio a que pode chamar "lar"?

Infelizmente, existem milhares de casos, todos os dias. Jovens sem-abrigo é um enorme problema crescente e pouco reconhecido que tem de ser resolvido com urgência.

A Sage embarcou neste relatório porque se interessa pelo potencial de todos os jovens e o nosso compromisso filantrópico através da Fundação Sage é trabalhar por um mundo onde nenhum jovem seja impedido de atingir esse potencial.

Vimos a importância de solicitar investigações independentes sobre a juventude sem-abrigo no Reino Unido, para melhor compreendermos a dimensão do desafio, que trabalho inspirador já está a ser feito e onde podemos oferecer melhor a nossa ajuda. Decidimos focar-nos em Londres e Newcastle, sendo a última o berço da Sage.

Porque é que isto é importante para a nossa comunidade de Empreendedores?

Acabar com o problema da condição de sem-abrigo da juventude e garantir que os jovens têm o apoio adequado não só é possível, como é nosso dever enquanto sociedade justa e moderna. Resolver este problema agora irá alterar o panorama do futuro.

Acreditamos que os negócios têm um papel fundamental na erradicação de jovens sem-abrigo. Devemos usar os nossos recursos para ajudar e colaborar com autoridades locais, responsáveis políticos, parceiros beneficentes e educadores das nossas comunidades, no sentido de fortalecer, defender e desenvolver serviços que resolvam as situações de sem-abrigo e as suas causas.

Resultados da investigação: o que descobrimos?

A realidade da juventude sem-abrigo vai muito além do conhecimento básico de dormir na rua. De facto, é uma realidade que é muitas vezes difícil de ver.

A história nacional que descobrimos é alarmante. Jovens entre os 16 e os 24 anos de idade que são legalmente aceites como sem-abrigo constituem apenas 12% (16 000) do número total de jovens que abordam as autoridades locais para pedir ajuda; quase o dobro desse número será recusado (22%, 30 000).

Estes valores também não contemplam os "sem-abrigo camuflados"; aqueles que vivem na rua ou que sobrevivem nos sofás das casas de outras pessoas, sem garantia de onde dormirão na noite seguinte. Em cada noite, estima-se que até 255 000 jovens vivenciam uma situação escondida de sem-abrigo. Estão todos em risco e todos precisam de ajuda. No entanto, continuarão invisíveis e provavelmente não serão monitorizados nem receberão o apoio necessário.

Muitos dos fatores de risco da condição de sem-abrigo nos jovens podem ser detetados precocemente e, se forem devidamente resolvidos, podemos reduzir drasticamente o problema. Por exemplo, estima-se que cerca de um quinto dos jovens sem-abrigo tenham saído de instituições, um quarto sejam LGBT (muitas vezes com situações familiares difíceis ligadas a este fator) e 14% com histórico de infrações. Uma melhor resposta a cada uma destas experiências de vida poderia ajudar mais jovens a florescerem.

Ouvir a voz dos jovens: a nossa abordagem de investigação

Muitas vezes, as vozes dos jovens sem-abrigo não são equacionadas nos debates, mas a nossa investigação revela as interações importantes entre a educação e a situação de sem-abrigo da juventude.

Descobrimos que as falhas no sistema significam que demasiados jovens são forçados a abandonar o sistema educativo, apesar de frequentemente terem elevadas aspirações a nível educativo. Todavia, são estes os jovens que mais precisam de estabilidade e das oportunidades que a educação oferece.

É por isso que, neste relatório, queríamos acima de tudo ouvir e partilhar algumas das histórias destes jovens em primeira mão, em vez de presumir sobre como são as suas vidas e que tipo de ajuda querem ou precisam.

Graças à Grenfell Housing Association e à Your Homes Newcastle, trabalhámos com 10 jovens para desenvolver este relatório. Com idades entre os 17 e os 23 anos, receberam formação em fotografia e competências para entrevistas, para poderem estar numa posição de controlo ao contarem as suas histórias únicas, altamente pessoais e muitas vezes traumáticas. Temos o privilégio de apresentar estes jovens incríveis no nosso relatório.

O que acontece agora?

Este relatório é apenas o começo para a Sage e, esperamos, para outros; as nossas recomendações servem de mapa para como todos podem fazer a sua parte.

Esta é uma chamada para colaboração e ação. Em 2018 procuraremos trabalhar com empresas, associações de beneficência, o sistema educativo, a comunidade e líderes governamentais para desenvolver as recomendações que surgiram com este relatório. Continuaremos a trabalhar com e a consultar os jovens. Vamos começar pelo berço da Sage, Newcastle. E procuraremos apoio inovador e prático que impeça que jovens em risco venham a passar por situações de sem-abrigo.

Continue a seguir a @sagefoundation para mais novidades sobre este projeto.

Faça download do resumo executivo (PDF: 1 MB)

Faça download do relatório na íntegra (PDF: 4,13 MB)

A Sage tem o prazer de anunciar que já se encontram abertas as candidaturas para o inaugural Atlanta Newcastle Start-up Exchange

É com entusiasmo que anunciamos o Atlanta Newcastle Start-Up Exchange, em parceria com o Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, a Câmara de Newcastle, a Invest Atlanta e o Departamento de Assuntos Internacionais da Câmara de Atlanta.

  • É uma start-up da região do nordeste nos setores de cidades inteligentes, cibersegurança ou espaço aéreo com um produto ou serviço pronto para o mercado e para os investidores?
  • Procura oportunidades para desenvolver o seu negócio nos Estados Unidos?
  • Entusiasma-o a oportunidade de ser o rosto da região do nordeste para as start-ups nos Estados Unidos? Sim? Então é a si que procuramos!

O Exchange oferece a dois executivos de nível C de empresas da região do nordeste nos setores de cidades inteligentes, cibersegurança ou espaço aéreo a oportunidade de integrar um intercâmbio de start-ups com a duração de 5 dias, em Atlanta, nos Estados Unidos.

Terá assim a oportunidade de se relacionar com decisores nacionais e regionais, bem como com investidores e líderes comerciais nos setores de cidades inteligentes, cibersegurança ou espaço aéreo. 

Atlanta tem mais de 450 000 habitantes e está no centro da 9.ª maior região metropolitana, com mais de 5,7 milhões de pessoas. Atlanta acolhe as sedes americanas de empresas de renome mundial, como a Coca-Cola, Delta Air Lines, SunTrust Bank e CNN, constituindo o núcleo empresarial do sudeste americano. Com 66 escolas e universidades, espaços verdes abundantes e um dos mais baixos custos para fazer negócios das principais áreas metropolitanas dos Estados Unidos, Altanta proporciona uma oportunidade fantástica para as empresas da região do nordeste desenvolverem ligações externas e acelerarem o crescimento comercial.

As candidaturas devem ser apresentadas até às 17:00 (horário do Reino Unido) de sexta-feira, 11 de agosto.  Estas serão revistas por um painel constituído por influenciadores, organizações e líderes empresariais da região do nordeste.

EXTENSÃO DE PRAZO: A DATA FINAL É AGORA 18 DE AGOSTO

Os primeiros 50 candidatos também receberão uma subscrição gratuita de 12 meses do software de faturação e salários online Sage One.

A residência ocorrerá durante a Atlanta Cyber Week (1 a 7 de outubro) ou durante a Venture Atlanta Week (8 a 14 de outubro), pelo que os candidatos deverão estar disponíveis para viajar nessas datas.

Será fornecido o bilhete de avião, alojamento, espaço de co-working dedicado e transporte terrestre para um representante de cada start-up. As refeições não serão contempladas.

Pode candidatar-se por escrito (com um limite de 1200 palavras) ou enviar um curto vídeo (máx. 3 min) com o seguinte:

  • Apresentação da sua empresa e da equipa, bem como uma explicação sobre quem participaria no programa
  • Em que fase está o negócio e que tração já foi conseguida
  • Por que quer participar no Start-up Exchange
  • O que espera conseguir desta visita e de que forma é que o mercado norte-americano irá influenciar o seu sucesso no futuro
  • De que forma é que a região do nordeste e o seu ecossistema de start-ups influenciaram o seu sucesso até então
  • Se tem atualmente interações internacionais
  • Deverá incluir ainda na sua candidatura uma nota com o nome da empresa, o número de registo, a sede social, o site e os dados de contacto. Se o vídeo for demasiado grande para enviar como anexo, deverá enviar um ficheiro comprimido ou utilizar um serviço de transferência de dados, como o WeTransfer.

Envie a sua candidatura para [email protected]

A Ética do Código: Cinco Princípios Fundamentais para uma IA Responsável’ publicados para orientar a criação de uma IA ética e responsável para empresas

Na Sage, orgulhamo-nos de sermos campeões das pequenas e médias empresas e esta responsabilidade estende-se à sensibilização para questões governamentais locais, conceção de produtos fantásticos e assistência junto dos nossos clientes para que consumam a mais recente e a melhor tecnologia hoje disponível.

Ao embarcarmos na 4.ª Revolução Industrial, a Inteligência Artificial (IA) é a palavra do momento na lista de tarefas da maioria das empresas. Com esta tendência em desenvolvimento, sentimos que era importante abordar as questões subjacentes à IA, chamando à ação os nossos colegas da indústria tecnológica para que desenvolvam uma IA ética e responsável.

Leia mais sobre como trabalhamos para ‘A Ética do Código: Cinco Princípios Fundamentais para uma IA Responsável’.

A Sage trabalhou com o grupo de reflexão Entrepreneurs Network para desenvolver ideias e propostas de políticas de um vasto grupo de especialistas e empreendedores, para garantir o florescimento das empresas em todas as regiões do país.

Hoje, sessenta e seis empreendedores e especialistas em negócios escreveram o seu nome numa carta que solicita ao próximo Governo a criação de um plano coerente que impulsione as empresas britânicas.

Carta aberta ao próximo Primeiro-Ministro

Na nossa opinião, deviam existir planos imediatos para promover as empresas britânicas nos manifestos.

O próximo Governo, independentemente da sua convicção política, tem de dar prioridade ao apoio dos milhões de start-ups, scale-ups e empreendedores de Portugal. Trata-se de criadores de emprego que continuarão a estimular a economia, a melhorar a produtividade, a explorar oportunidades comerciais, a aumentar a receita fiscal futura do Governo e a pagar pelos sistemas vitais de educação e de saúde que o nosso país precisa.

É por isso que apoiamos um conjunto de políticas práticas, delineadas num relatório detalhado que foi publicado hoje, que podem ser implementadas de imediato para criar uma cultura de empreendedorismo e impulsionar as oportunidades de negócios em Portugal. Estas políticas iriam:

  • Oferecer um apoio comercial mais direcionado.
  • Encorajar os jovens a obter as competências necessárias de empreendedorismo ou a encontrar oportunidades de trabalho empreendedor.
  • Colocar a transformação digital no centro da ordem de trabalhos do Governo para ajudar a eliminar o hiato da produtividade.
  • Reformar o sistema de vistos para melhorar o acesso ao talento.
  • Simplificar os impostos para as empresas mais pequenas.
  • Aplicar um Princípio de Inovação aos regulamentos e ao ambiente ‘sandbox’, no sentido de permitir a regulamentação de tecnologias revolucionárias, sem asfixiar a inovação.
  • Proporcionar um mercado digital inovador que impulsione as aquisições das PME. 
  • Equipar as pequenas empresas e scale-ups para que possam aceitar oportunidades de exportação.

Estas políticas não dependem dos caprichos das negociações do Brexit nem dos compromissos da grande despesa pública, mas darão um sinal claro de que o Reino Unido é o melhor lugar para começar a desenvolver um negócio. Pedimos ao próximo Primeiro-Ministro que as coloque em prática.

Signatários
Giles Andrews, Cofundador e CEO, Zopa; Peter, Bance, CEO, Origami Energy; Mairi Bannon, Cofundadora e Diretora, Strategic Dimensions; Maxine Benson, Fundadora, Everywoman; Mark Brownridge, Diretor-geral, EISA; Ed Bussey, Fundador e CEO, Quill; Glen Calvert, Fundador e CEO, Affectv; Zabetta Camilleri, Fundadora e CEO, Shopological; Duncan Cheatle, Fundador, Prelude Group e Rise To; James Codling, Cofundador, VentureFounders; Rachel Coldicutt, CEO, Doteveryone; Alison Cork, Fundadora e CEO, Alison at Home; Rachael Corson, Fundadora, Afrocenchix; Gareth Davies, Cofundador e CEO, Adbrain; Dana Denis-Smith, Fundadora e CEO, Obelisk Support e First 100 Years; Romilly Dennys, Diretora Executiva, Coadec; Rajeeb Dey MBE, CEO, Learnerbly; Sam Dumitriu, Economista Investigador, Adam Smith Institute; Steve Folwell, Cofundador e CEO, LoveSpace; Lance Forman, Diretor-geral, H. Forman & Son; Jonathan Gan, Fundador, Whichit; Gemma Godfrey, Fundadora e CEO, Moola; Sam Gordon, Cofundador, Gordon & Eden; Kate Grussing, Fundadora e Diretora-geral, Sapphire Partners; Chris        Haley, Diretor Executivo, Políticas e Investigação, Nesta; Nick Halstead, CEO e Fundador, DataSift; David Holloway, Fundador e CEO, Marlin Hawk; Mike Jackson, Fundador e CEO, Webstart Bristol; Simon Johnson, Presidente, Association of British Jewellers; Husayn Kassai, Cofundador, Onfido; Stephen Kelly, CEO, Sage; Laurence Kemball-Cook, CEO e Fundador, Pavegen Systems; Marta Krupińska, Cofundadora, Azimo; Kate Lester, Fundadora e CEO, Diamond Logistics; Stuart Lucas, Fundador e Co-CEO, Asset Match; Jeff Lynn, CEO, Seedrs; Alex MacDonald, Cofundador e Co-CEO, Velocity; Graeme Malcolm OBE, Fundador e CEO, M Squared Lasers; Chris McCullough, Cofundador, RotaGeek; Fiona McIntosh, Cofundadora e Diretora Criativa, Blow Ltd; Simon McVicker, Diretor de Políticas e Assuntos Externos, IPSE; Cyrus Mewawalla, Fundador e Diretor-geral, CM Research; Charlie Mowat, Fundador e Diretor-geral, The Clean Space; David Murray-Hundley, Presidente, Efundamantals; Guy Myles, Fundador, Flying Colours; Michael Nabarro, Cofundador e CEO, Spektrix; Pierre-Simon Ntiruhungwa, Presidente, Founders of the Future; Irina Pafomova, Cofundadora, Engelworks; Alastair Paterson, CEO e Cofundador, Digital Shadows; Stephen Phillips, CEO, ZappiStore; Edward Poland, Cofundador e COO, Hire Space; Sean Ramsden, CEO, Ramsden International; Modwenna Rees-Mogg, Fundadora e CEO, AngelNews; Karina Robinson, CEO, Robinson Hambro; Philip Salter, Fundador, The Entrepreneurs Network; Alexander Schey, Cofundador, Vantage Power; Tobyy Schulz, Cofundador, Vantage Power; Russ Shaw, Fundador, Tech London Advocates; Sam Smith, Fundador, finnCap; Patrick Stobbs, Cofundador e COO, Jukedeck; Will Swannell, Cofundador e CEO, Hire Space; Jeffrey       Thomas, Presidente e Cofundador, UKCloud; Michele Trusolino, Cofundador e COO, Debut; Elizabeth Varley, Fundadora, TechHub; Ross Williams, Fundador e Presidente, Venntro Media Group, Simon Woodroffe OBE, Fundador, YO! Sushi, YOTEL & YO! Página inicial

Para acompanhar a carta, o grupo The Entrepreneurs Network publicou um relatório de políticas detalhado, A Boost for British Businesses. Inclui contribuições de Institute of Directors, Federation of Small Businesses, Adam Smith Institute, Sage, IPSE, SQW, Coadec e Nesta. O projeto é patrocinado pela Sage. Faça download do relatório na íntegra.

As solicitações da política estão na vanguarda da investigação no Reino Unido; não confiem nos caprichos das negociações do Brexit; podem ser adotadas por todos os partidos políticos; e não colocariam grande pressão sobre a fazenda pública.

Philip Salter,fundador do grupo The Entrepreneurs Network, comenta: “A carta e o relatório mostram o desejo dos empreendedores por políticas melhores que apoiem as suas aspirações. Também mostra o conjunto de boas ideias que os especialistas têm para tornar Portugal mais competitiva. Não se pretende que estas políticas de apoio aos empreendedores sejam as finais, mas sim o início de um diálogo a nível nacional sobre que negócios precisam realmente de ter sucesso.”

Stephen Kelly, diretor executivo da Sage e ex-diretor de operações no governo do Reino Unido, comenta: “Desde a recessão económica e o Brexit, as pequenas e médias empresas provaram ser as mais resilientes, criando mais de dois terços de todos os novos empregos no Reino Unido. Nunca foi tão importante para o Governo – independentemente da sua convicção política – ouvir os empreendedores britânicos. A simplificação é um tópico que atravessa todo o relatório. Seja em aquisição, regulamentação, impostos, competências ou assistência comercial, a capacidade de simplificar e libertar os nossos negócios de políticas desatualizadas e legislações draconianas é fundamental, se pretendemos desbloquear o seu potencial.”

Madrid, 6 de fevereiro de 2017: A Sage, líder mundial em sistemas de faturação em cloud, acabou de lançar um Plano de Auxílio para ajudar as PME e as empresas profissionais na Península Ibérica com os seus planos de transformação digital.

O fundo de auxílio de 3 milhões de euros irá beneficiar cerca de 5400 empresas, permitindo que adquiram as novas soluções de gestão que a Sage lançou recentemente: Sage 50c; Sage200c; Sage Despachos for Life e Sage X3.

Luis Pardo, Diretor-geral da Sage Ibéria, afirmou, "O lançamento deste plano de auxílio reforça o nosso compromisso em ajudar pequenas e médias empresas e firmas profissionais, os 'Empreendedores' deste país, a incorporar tecnologias de ponta no mercado, ajudando a melhorar os seus processos de gestão e a abordar com sucesso a sua transformação digital".

16 de janeiro de 2017: As pequenas empresas continuam a sentir-se ignoradas pelo governo, de acordo com uma nova investigação da Sage. A investigação evidencia que 67% das pequenas empresas se sentem sub-representadas pelos políticos na corrida para o Fórum Económico Mundial (WEF) anual, onde continuam a ser omitidas da ordem de trabalhos. Como tal, Stephen Kelly, CEO da Sage, anunciou que irá boicotar Davos pelo segundo ano consecutivo.

Para fornecer aos empreendedores uma plataforma onde podem ligar-se a responsáveis políticos, a Sage vai lançar o seu "Fórum para empreendedores". O fórum fornece a empreendedores de todo o mundo ideias, eventos e parcerias de elaboração de políticas, concedendo-lhes uma voz coletiva poderosa que pode ser ouvida no contexto mundial.

Tal surge do compromisso contínuo da Sage em reunir governos e empreendedores. Em dezembro, a Sage visitou o Primeiro-Ministro Malcolm Turnbull na Austrália e recebeu o Primeiro-Ministro Enda Kenny em Dublin para falar dos desafios das pequenas empresas nos respetivos países. Organizou ainda dois eventos no Reino Unido, reunindo ministros e associações profissionais para discutir as implicações do Referendo da UE relativo aos empreendedores.

O primeiro elemento de investigação global do Fórum demonstra que os empreendedores continuam otimistas, apesar da instabilidade global. Três quartos (75%) esperam que o volume de negócios cresça (26%) ou permaneça igual (49%) nos próximos 12 meses, ao passo que mais de um terço (34%) planeia lançar um novo produto ou serviço. Todavia, a burocracia continua a ser o maior desafio ao entrar em 2017 (18%), olhando para o governo à espera de um melhor apoio para os seus negócios; quase metade (49%) sentiu que esta era a mudança mais positiva que o seu governo poderia fazer este ano, seguido de melhorias fiscais (46%) e financiamento para a inovação (34%).

Stephen Kelly, CEO da Sage, afirmou: "Muitas vezes, quando os responsáveis políticos do mundo discutem o panorama económico global, as pequenas empresas são excluídas da discussão. Tal é sobretudo evidente no Fórum Económico Mundial que acontece anualmente em Davos, onde as pequenas empresas nem sequer são um item na ordem de trabalhos. Pior ainda, 60% das empresas nem sequer têm conhecimento da realização do evento. Isto é uma loucura se pensarmos que criam dois terços de todos os empregos na maior parte das economias, representando mais de 98% de todas as empresas".

Kelly continua, "Os empreendedores são os heróis da economia. Continuam a trabalhar muito depois de todos já termos ido para casa, fazendo sacrifícios pessoais para desenvolverem as suas empresas, para apoiarem as suas famílias e as comunidades. Os responsáveis políticos e as grandes empresas deviam acordar para o facto de estes heróis precisarem de apoio e de voz, se quisermos garantir a saúde futura da economia mundial".

O fórum está aberto a todas as pequenas empresas e será regularmente atualizado com conteúdos variados e opiniões de consultores e colaboradores convidados.