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Preparar as empresas para um futuro tecnológico através do desenho organizacional

As empresas atuais estão cada vez mais tecnológicas. Apercebem-se rapidamente de que a inovação permite chegar a resultados positivos e adotam as ferramentas que simplificam o seu negócio. É muito comum chavões como inteligência artificial, aprendizagem automática e blockchain fazerem parte do dicionário dos altos executivos das empresas. No entanto, ainda se impõe a pergunta: Como é que as empresas se asseguram de que as tecnologias emergentes vieram para as servir e não para as dominar?

Shivani Govil, Vice-Presidente Executivo para os Ecossistemas e Tecnologias Emergentes, declara: "As empresas que procuram adotar tecnologias emergentes devem ter em conta as áreas do seu negócio que precisam de flexibilidade organizacional para assegurarem uma implementação bem sucedida. Colmatar a lacuna da compreensão e do planeamento a um nível corporativo através da cultura e do desenho organizacionais pode ser a chave para assegurar que uma nova estratégia tecnológica não tenha repercussões negativas na cultura". 

Descarregue já o relatório para compreender o impacto da tecnologia nos modelos de negócio, permitir que as equipas adotem e implementem novas tecnologias com eficácia e introduzir tecnologia orientada para a identificação de benefícios globais, mantendo a ética no centro do desenho organizacional e da adoção tecnológica.

Descarregue o relatório na íntegra (PDF, 752 MB)

 

À medida que a profissão de contabilista se prepara para a próxima década, surge a certeza de que os clientes estão a exigir mais, de que a tecnologia pode melhorar as formas de trabalho e de que as principais convicções que antes orientavam a profissão devem agora ser reavaliadas.

O relatório The Practice of Now 2019, já no seu terceiro ano, inclui as conclusões de uma investigação independente junto de 3.000 contabilistas de todo o mundo. Os resultados revelam como é o contexto de trabalho dos contabilistas nos dias de hoje e no futuro, proporcionando perspetivas do mundo real sobre o modo como os contabilistas atuais podem continuar a ter sucesso.

Descarregue o relatório ainda hoje e descubra por que razão a contabilidade é uma profissão em evolução, de que forma os contabilistas estão na iminência de mudança, por que razão é necessária uma mão-de-obra diversificada para satisfazer as expetativas dos clientes e em que medida os contabilistas estão a desenvolver uma prática preparada para a terceira década do século XXI.

Descarregue o relatório completo(PDF, 6,75 MB)

A obra "Accounting for Change - A practical guide for accountants" (Contabilidade em Mudança - um Guia Prático para Contabilistas) foi escrita por contabilistas e para contabilistas e é um livro digital que disponibiliza um conjunto de dicas e conselhos destinados a ajudar as organizações a navegarem nas perturbações digitais.

Ao partilhar as perspetivas e orientações subjacentes ao futuro da profissão de contabilista, este guia prático concentra-se em quatro pilares fundamentais: Talento, Cultura, Preparação e Implementação da mudança digital.

Jennifer Warawa, Vice-Presidente Executiva da Partners, Accountants and Alliances, afirma: “Nos últimos 20 anos, a tecnologia transformou para sempre a forma como vivemos e trabalhamos. Isto verifica-se sobretudo numa das profissões mais antigas do mundo: a contabilidade. Esta semana farei uma apresentação no Congresso Mundial de Contabilistas sobre a mudança a que assisti na profissão e este guia acompanha esse debate, ajudando os contabilistas a navegarem e a prepararem-se para os próximos anos”.

Descarregue o relatório completo (PDF, 629 KB)

O artigo enuncia as ideias fundamentais de um recente debate – organizado pela Sage – entre o Governo e os líderes empresariais internacionais relativamente à função do setor na sensibilização das pessoas para as implicações éticas da Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial (IA) fornece perspetivas reais com aplicações no mundo real. A sua presença global materializa-se em inovações comerciais, académicas e governamentais. A IA tem impacto nas nossas vidas pessoais e profissionais, desde um gestor de RH que pretende encontrar a pessoa certa para um trabalho técnico até uma grávida prestes a dar à luz que procura o hospital mais próximo. Todavia, existe ainda uma necessidade global de desmistificar a IA para as pessoas de uma forma ética, credível e sustentável. As empresas têm de liderar esse processo através de um diálogo honesto e global sobre os benefícios da IA para o setor, para o Governo e para as nossas vidas pessoais.

Este artigo apresenta em pormenor as conclusões e recomendações do debate, as quais demonstram de que modo o setor pode ajudar a explicar o desenvolvimento da IA às pessoas comuns, a obter o apoio das empresas para práticas éticas de IA, a adotar padrões éticos para o desenvolvimento da IA e a aplicar abordagens éticas ao desenvolvimento da IA no mundo real. Apresenta em pormenor as conclusões e recomendações do debate.

Descarregue o relatório completo (PDF, 4,85 MB)

Os Sage FutureMakers Labs foram lançados para levar experiências de trabalho e educativas sobre a IA diretamente aos menores de 18 anos em cinco cidades do Reino Unido e da Irlanda

A Sage revelou sinais encorajadores de que o papel emergente do Reino Unido enquanto líder mundial em Inteligência Artificial (IA) pode ser impulsionado por talentos nacionais; 1 em cada 4 (25%) jovens com idades entre os 8 e os 18 anos está a considerar uma carreira futura nesse setor.

Os resultados do estudo realizado pela YouGov baseiam-se nas respostas de 1.484 crianças com idades entre os 8 e os 18 anos no Reino Unido. Indicam que a cadeia de talentos está a ser liderada por jovens que salientam o seu já existente gosto pela tecnologia em geral (66%), a crença de que uma carreira em IA seria entusiasmante e motivadora (37%) ou a vontade de trabalhar na vanguarda da tecnologia (31%).

Embora estas sejam razões para otimismo, existem também alguns sinais de que a diversidade, essencial para construir um setor de IA abrangente e que atenue as perspetivas negativas de emprego para a futura mão-de-obra, pode estar em risco se não for desde já combatida. Dos jovens inquiridos, os que provavelmente não considerariam uma carreira em IA (56%) deram para tal as seguintes razões:

  • O motivo mais referido (29%) foi preferirem uma carreira mais criativa
  • Cerca de um quarto (24%) pensam não ter as qualificações necessárias.
  • Uns preocupantes 21% simplesmente consideram não ser suficientemente inteligentes para um trabalho em IA

Estes resultados indicam que existem ainda demasiados jovens sem uma ideia concreta dos diversos tipos de conhecimentos, de experiência e de educação em que os trabalhos relacionados com a IA se baseiam; entre estes contam-se artistas, escritores criativos, linguistas, programadores e solucionadores de problemas. Esta circunstância poderá afetar os progressos que o Reino Unido alcançou na liderança da IA.

A investigação marca o lançamento pelo Reino Unido de uma série de eventos que mostram a IA aos jovens, os Sage FutureMakers Labs, organizados através da Sage Foundation em parceria com a instituição de beneficência Tech for Life. As sessões foram concebidas para informar mais jovens sobre a vasta gama de competências necessárias para uma carreira em IA numa fase inicial da sua educação, incluindo projetos éticos como parte do currículo do curso.

A Sage já salientou a necessidade de garantir que o Reino Unido disponha de uma cadeia de talentos diversificada e saudável para apoiar os seus clientes, o empresariado e a economia do país, no sentido de proporcionar os potenciais benefícios de produtividade da IA consagrados na Ética do Código de 2017. A Sage pede agora mais ações por parte do Governo e do setor tecnológico para resolver o problema do elitismo no setor da IA e das tecnologias emergentes.

Nos próximos seis meses, vão decorrer no Reino Unido e na Irlanda os Sage FutureMakers Labs, cuja participação é gratuita, capacitando mais de 150 jovens de idade igual ou inferior a 18 anos. Depois destes cursos iniciais, cerca de 30 jovens terão oportunidade de participar num curso mais aprofundado de um dia em setembro, sendo oferecido a 15 deles um lugar relevante na Sage ou num parceiro da Sage que trabalhe em IA.

Para estar atualizado sobre os Sage FutureMakers Labs, siga os endereços @sagefoundation e @TechforLifeUK.

Para saber mais e se inscrever nas sessões, consulte a Tech for Life.

Um novo relatório da Sage revela o impacto devastador dos pagamentos em atraso para as pequenas e médias empresas em todo o mundo.

Um relatório publicado pela Sage revela os impactos negativos dos pagamentos em atraso para as pequenas e médias empresas, com prejuízos que ascendem a um total de 3 milhões de biliões de dólares em todo o mundo. O estudo revela que 1 em cada 10 faturas é paga com atraso e que 8% nunca são pagas ou são-no tão tarde que as empresas são obrigadas a considerá-las como dívidas incobráveis.

"Late Payments: The Domino Effect" (Pagamentos em atraso: o efeito dominó") indica que quase 40% das pequenas e médias empresas sofrem um impacto negativo direto dos pagamentos em atraso - desde a redução do investimento em inovação até ao cancelamento dos subsídios de Natal e a cortes nos salários dos funcionários.

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A Sage inquiriu milhares de indivíduos das comunidades tecnológicas e de consumidores nos Estados Unidos e no Reino Unido. O nosso objetivo foi compreender melhor as verdadeiras atitudes humanas em relação à IA.

O impacto da IA é global. As perceções da IA variam nas comunidades tecnológicas, comerciais e de consumidores em todo o mundo, mas uma coisa é evidente: O impacto da IA nos negócios e, em breve, nas nossas vidas quotidianas é o tópico tecnológico da atualidade.

A Sage inquiriu milhares de indivíduos das comunidades tecnológicas e de consumidores nos Estados Unidos e no Reino Unido. O nosso objetivo foi compreender melhor as verdadeiras atitudes humanas em relação à IA, identificar onde e como as pessoas desenvolvem as suas perceções de IA e continuar a trabalhar no sentido de identificar os problemas reais e imediatos que têm de ser abordados.

"Algumas das nossas conclusões foram surpreendentes". Kriti Sharma, Vice-Presidente do departamento de Bots e IA da Sage, afirma "Embora a maior parte das pessoas seja otimista em relação à IA, muitas – cerca de metade de todos os consumidores inquiridos – admitiram prontamente "não fazer ideia do que é a IA". Embora as pessoas ligadas ao setor tecnológico considerem que a IA é o tópico mais importante do momento, há muito ainda por fazer para educar melhor o mundo sobre a IA, defini-la e explicar o que ela consegue realmente fazer".

Descarregue o relatório completo (PDF, 553 KB)

A Sage Foundation e a LKMco apresentam uma nova perspetiva sobre a realidade dos jovens sem-abrigo e o que todos podemos fazer para ajudar os jovens que lutam por um começo de vida melhor.

#placetocallhome
Siga a conversa em @sagefoundation

Este relatório foi solicitado pela Sage Foundation e redigido pelo grupo de reflexão e ação sobre a educação e o desenvolvimento dos jovens LKMco. (lkmco.org.uk | @LKMco)

Temos uma pergunta importante a fazer.

Como acaba um jovem sem ter um sítio a que possa chamar casa?

Infelizmente, existem milhares de casos, todos os dias. Os jovens sem-abrigo constituem um enorme problema crescente e pouco reconhecido que tem de ser resolvido com urgência.

A Sage publicou este relatório porque se interessa sobremaneira pelo potencial de todos os jovens e o nosso compromisso filantrópico através da Sage Foundation consiste em trabalhar por um mundo onde nenhum jovem seja impedido de atingir esse potencial.

Reconhecemos a importância de solicitar investigações independentes sobre os jovens sem-abrigo no Reino Unido, para melhor compreendermos a dimensão do desafio, qual o trabalho inspirador já em curso e onde podemos oferecer melhor a nossa ajuda. Decidimos focar-nos em Londres e Newcastle, sendo a última o berço da Sage.

Por que razão isso é importante para a nossa comunidade de executivos?

Acabar com o problema dos jovens sem-abrigo e garantir que esses jovens tenham o apoio de que necessitam não só é possível, como é nosso dever enquanto sociedade justa e moderna. Resolver este problema agora irá alterar o panorama do futuro.

Acreditamos que as empresas têm um papel fundamental a desempenhar na erradicação do problema dos jovens sem-abrigo. Devemos utilizar os nossos recursos para apoiar e colaborar com as autoridades locais, os responsáveis políticos, os parceiros no domínio da beneficência e os educadores das nossas comunidades, no sentido de fortalecer, defender e desenvolver serviços que resolvam a situação dos jovens sem-abrigo e as suas causas remotas.

Resultados da investigação: a que conclusões chegámos?

A realidade dos jovens sem-abrigo vai muito além do nosso conhecimento básico de pessoas que dormem na rua. A realidade é, de facto, muitas vezes difícil de ver.

O que descobrimos a nível nacional é alarmante. Os jovens entre os 16 e os 24 anos de idade que são legalmente aceites como sem-abrigo constituem apenas 12% (16.000) do número total de jovens que se dirigem às autoridades locais para pedir ajuda; quase o dobro desse número será recusado (22%, 30.000).

Estes valores também não contemplam os "sem-abrigo camuflados", que vivem na rua ou que sobrevivem nos sofás das casas de outras pessoas, sem garantia de onde dormirão na noite seguinte. Em cada noite, estima-se que até 255.000 jovens passam por uma situação de sem-abrigo camuflada. Estão todos em risco e todos precisam de ajuda. No entanto, continuam invisíveis e provavelmente não serão monitorizados nem receberão o apoio adequado.

Muitos dos fatores de risco da condição de sem-abrigo nos jovens podem ser detetados precocemente e, se fossem devidamente resolvidos, poderíamos reduzir drasticamente o problema. Por exemplo, estima-se que cerca de um quinto dos jovens sem-abrigo tenham saído de instituições, que um quarto sejam LGBT (muitas vezes com situações familiares difíceis ligadas a esse facto) e que 14% tenham um histórico de infrações. Uma melhor resposta a cada uma destas experiências de vida poderia ajudar mais jovens a prosperarem.

Ouvindo a voz dos jovens: a abordagem da nossa pesquisa

Demasiadas vezes, a voz dos jovens sem-abrigo não é equacionada nos debates, mas a nossa investigação revela as importantes interações entre a educação e a situação dos jovens sem-abrigo.

Concluímos que as falhas no sistema significam que demasiados jovens são forçados a abandonar o sistema educativo, apesar de frequentemente terem elevadas aspirações a esse nível. Todavia, são esses os jovens que mais necessitam de estabilidade e das oportunidades que a educação oferece.

É por essa razão que, neste relatório, pretendemos acima de tudo ouvir e partilhar algumas das histórias destes jovens em primeira mão, em vez de termos ideias pré-concebidas sobre como são as suas vidas e que tipo de ajuda desejam ou necessitam.

Graças à Grenfell Housing Association e à Your Homes Newcastle, trabalhámos com 10 jovens para elaborar este relatório. Com idades entre os 17 e os 23 anos, receberam formação em fotografia e competências para entrevistas, de modo a poderem estar numa posição de controlo ao contarem as suas histórias únicas, altamente pessoais e frequentemente traumáticas. Temos o privilégio de apresentar estes fantásticos jovens no nosso relatório.

E o que se passa atualmente?

Este relatório é apenas o começo para a Sage e, esperamos, para outras instituições; as nossas recomendações servem de guia para a forma como todos podem desempenhar o seu papel.

Trata-se de um apelo à colaboração e à ação. Em 2018 procuraremos trabalhar com empresas, instituições de beneficência, o sistema educativo, a comunidade e os líderes governamentais para desenvolver as recomendações que surgiram com este relatório. Continuaremos a trabalhar com e a consultar os jovens. Vamos começar pelo berço da Sage, a cidade de Newcastle. E procuraremos apoio inovador e prático que impeça que os jovens em risco venham a passar por situações de sem-abrigo.

Continue a seguir a @sagefoundation para mais informações sobre este projeto.

Descarregue o resumo (PDF, 1 MB)

Descarregue o relatório completo (PDF, 4.13 MB)

A Sage tem o prazer de anunciar que já se encontram abertas as candidaturas para o primeiro Atlanta Newcastle Start-up Exchange

Temos o prazer de anunciar o Atlanta Newcastle Start-Up Exchange, em parceria com o Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, o Município de Newcastle, a Invest Atlanta e o Departamento de Assuntos Internacionais do Município de Atlanta.

  • É uma start-up da região do Nordeste nos setores das cidades inteligentes, da cibersegurança ou do espaço aéreo e tem um produto ou serviço pronto para o mercado e para os investidores?
  • Procura oportunidades para desenvolver o seu negócio nos Estados Unidos?
  • Fica entusiasmado com a oportunidade de ser o rosto da região do Nordeste para as start-ups nos Estados Unidos? Sim? Então é a si que procuramos!

O Exchange oferece a dois executivos de nível C de empresas da região do Nordeste nos setores das cidades inteligentes, da cibersegurança ou do espaço aéreo a oportunidade de participar num intercâmbio de start-ups com a duração de 5 dias, em Atlanta, nos Estados Unidos.

Terá assim a oportunidade de se relacionar com decisores nacionais e regionais, bem como com investidores e líderes empresariais nos setores das cidades inteligentes, da cibersegurança ou do espaço aéreo. 

Atlanta conta com mais de 450.000 habitantes e está no centro da 9ª maior região metropolitana, com mais de 5,7 milhões de pessoas. Acolhe as sedes americanas de empresas de renome mundial como a Coca-Cola, a Delta Air Lines, o SunTrust Bank e a CNN, constituindo o núcleo empresarial do sudeste dos Estados Unidos. Com 66 escolas e universidades, espaços verdes abundantes e um dos mais baixos custos para fazer negócios das principais áreas metropolitanas dos Estados Unidos, Altanta proporciona uma oportunidade fantástica para as empresas da região do Nordeste desenvolverem ligações externas e acelerarem o crescimento comercial.

As candidaturas devem ser apresentadas até às 17h00 (hora do Reino Unido) de sexta-feira, 11 de agosto. Serão analisadas por um painel constituído por líderes empresariais, organizações e figuras de influência da região do Nordeste.

O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DAS CANDIDATURAS FOI PRORROGADO PARA 18 DE AGOSTO

Os primeiros 50 candidatos receberão também uma assinatura gratuita de 12 meses do software de contabilidade e salários online Sage One.

O evento terá lugar durante a Atlanta Cyber Week (1 a 7 de outubro) ou a Venture Atlanta Week (8 a 14 de outubro), pelo que os candidatos deverão estar disponíveis para se deslocarem nessas datas.

Será oferecido o bilhete de avião, alojamento, espaço de co-working próprio e transporte terrestre a um representante de cada start-up. As refeições não estão incluídas.

Pode candidatar-se por escrito (com um limite de 1.200 palavras) ou enviar um curto vídeo (máx. 3 min) com as seguintes informações:

  • Apresentação da sua empresa e equipa, bem como indicação de quem tem a intenção de participar no programa.
  • Em que fase está o negócio e o que já foi conseguido
  • Por que razão pretende participar no Start-up Exchange
  • O que espera conseguir com a sua participação e de que forma o mercado dos Estados Unidos influenciará o seu sucesso no futuro
  • De que forma a região do Nordeste e o seu ecossistema de start-ups influenciaram o seu sucesso até ao presente
  • Se tem atualmente interações a nível internacional
  • Deverá incluir ainda na sua candidatura uma nota de capa com o nome da empresa, o número de registo, a sede social, o site e os dados de contacto. Se o vídeo for demasiado grande para enviar como anexo, envie por favor um ficheiro comprimido ou utilize um serviço de transferência de ficheiros como o WeTransfer.

Envie a sua candidatura para [email protected]

"The Ethics of Code: Five Core Principles for Accountable AI" (A Ética do Código: Cinco Princípios Fundamentais para uma IA Responsável), publicado com o fim de fornecer orientações para a criação de uma IA ética e responsável para as empresas

Na Sage, orgulhamo-nos de ser os campeões das pequenas e médias empresas - essa responsabilidade abrange questões de governo local, concebendo produtos fantásticos e ajudando os nossos clientes a consumirem a melhor e mais recente tecnologia atualmente disponível.

Ao darmos início à 4ª Revolução Industrial, a Inteligência Artificial (IA) é o termo em voga na lista de tarefas da maioria das empresas. Com esta tendência a aumentar, sentimos que era importante abordar as questões subjacentes à IA, chamando a atenção dos nossos colegas do setor tecnológico para que desenvolvam uma IA ética e responsável.

Informe-se sobre o modo como trabalhamos, lendo "The Ethics of Code: Five Core Principles for Accountable AI".

A Sage trabalhou com o grupo de reflexão Entrepreneurs Network no sentido de desenvolver as ideias e propostas de políticas de um vasto grupo de especialistas e empresários, para garantir o florescimento das empresas em todas as regiões do país.

66 empresários e especialistas em negócios assinaram hoje uma carta que solicita ao próximo Governo a criação de um plano coerente para impulsionar as empresas britânicas.

Carta aberta ao próximo Primeiro-Ministro

Na nossa opinião, deveriam ter existido planos imediatos para impulsionar as empresas britânicas nos manifestos.

O próximo Governo, independentemente da sua convicção política, tem de dar prioridade ao apoio dos milhões de start-ups, scale-ups e empresários do Reino Unido. Trata-se dos criadores de emprego que continuarão a estimular a economia, a melhorar a produtividade, a explorar oportunidades comerciais, a aumentar a futura receita fiscal do Governo e a pagar pelos sistemas vitais de educação e de saúde de que o nosso país necessita.

É por isso que apoiamos um conjunto de políticas viáveis, delineadas num relatório pormenorizado hoje publicado, que podem ser implementadas de imediato no sentido de criar uma cultura de empreendedorismo e impulsionar as oportunidades de negócios no Reino Unido. Tais políticas destinam-se a:

  • Oferecer apoio comercial mais direcionado.
  • Encorajar os jovens a obterem as competências necessárias de empreendedorismo ou a encontrar oportunidades de trabalho empreendedor.
  • Colocar a transformação digital no centro da agenda do Governo, ajudando a colmatar a nossa lacuna de produtividade.
  • Reformar o sistema de vistos, de modo a melhorar o acesso ao talento.
  • Simplificar os impostos para as empresas mais pequenas.
  • Aplicar um princípio de inovação ao ambiente de regulamentação e "sandbox", de modo a permitir a regulamentação de tecnologias de rutura sem sufocar a inovação.
  • Fornecer um mercado digital inovador para impulsionar as compras de pequenas e médias empresas. 
  • Equipar pequenas empresas e scale-ups para aproveitarem as oportunidades de exportação.

Estas políticas não dependem dos caprichos das negociações do Brexit nem dos compromissos da grande despesa pública, mas darão um sinal claro de que o Reino Unido é o melhor lugar para iniciar e desenvolver um negócio. Apelamos ao próximo Primeiro-Ministro para que as coloque em prática.

Os signatários
Giles Andrews, Cofundador e CEO da Zopa; Peter Bance, CEO da Origami Energy; Mairi Bannon, Cofundadora e Diretora da Strategic Dimensions; Maxine Benson, Fundadora da Everywoman; Mark Brownridge, Diretor-Geral da EISA; Ed Bussey, Fundador e CEO da Quill; Glen Calvert, Fundador e CEO da Affectv; Zabetta Camilleri, Fundadora e CEO da Shopological; Duncan Cheatle, Fundador do Prelude Group e da Rise To; James Codling, Cofundador da VentureFounders; Rachel Coldicutt, CEO da Doteveryone; Alison Cork, Fundadora e CEO da Alison at Home; Rachael Corson, Fundadora da Afrocenchix; Gareth Davies, Cofundador e CEO da Adbrain; Dana Denis-Smith, Fundadora e CEO da Obelisk Support e da First 100 Years; Romilly Dennys, Diretora Executiva da Coadec; Rajeeb Dey MBE, CEO da Learnerbly; Sam Dumitriu, Economista Investigador do Adam Smith Institute; Steve Folwell, Cofundador e CEO da LoveSpace; Lance Forman, Diretor-Geral da H. Forman & Son; Jonathan Gan, Fundador da Whichit; Gemma Godfrey, Fundadora e CEO da Moola; Sam Gordon, Cofundador da Gordon & Eden; Kate Grussing, Fundadora e Diretora-Geral da Sapphire Partners; Chris Haley, Diretor Executivo do departamento de Políticas e Investigação da Nesta; Nick Halstead, CEO e Fundador da DataSift; David Holloway, Fundador e CEO da Marlin Hawk; Mike Jackson, Fundador e CEO da Webstart Bristol; Simon Johnson, Presidente da Association of British Jewellers; Husayn Kassai, Cofundador da Onfido; Stephen Kelly, CEO da Sage; Laurence Kemball-Cook, CEO e Fundador da Pavegen Systems; Marta Krupińska, Cofundadora da Azimo; Kate Lester, Fundadora e CEO da Diamond Logistics; Stuart Lucas, Fundador e Co-CEO da Asset Match; Jeff Lynn, CEO da Seedrs; Alex MacDonald, Cofundador e Co-CEO da Velocity; Graeme Malcolm OBE, Fundador e CEO da M Squared Lasers; Chris McCullough, Cofundador da RotaGeek; Fiona McIntosh, Cofundadora e Diretora Criativa da Blow Ltd; Simon McVicker, Diretor do departamento de Políticas e Assuntos Externos da IPSE; Cyrus Mewawalla, Fundador e Diretor-Geral da CM Research; Charlie Mowat, Fundador e Diretor-Geral da The Clean Space; David Murray-Hundley, Presidente da Efundamantals; Guy Myles, Fundador da Flying Colours; Michael Nabarro, Cofundador e CEO da Spektrix; Pierre-Simon Ntiruhungwa, Presidente da Founders of the Future; Irina Pafomova, Cofundadora da Engelworks; Alastair Paterson, CEO e Cofundador da Digital Shadows; Stephen Phillips, CEO da ZappiStore; Edward Poland, Cofundador e COO (Diretor de Operações) da Hire Space; Sean Ramsden, CEO da Ramsden International; Modwenna Rees-Mogg, Fundadora e CEO da AngelNews; Karina Robinson, CEO da Robinson Hambro; Philip Salter, Fundador da The Entrepreneurs Network; Alexander Schey, Cofundador da Vantage Power; Toby Schulz, Cofundador da Vantage Power; Russ Shaw, Fundador da Tech London Advocates; Sam Smith, Fundador da finnCap; Patrick Stobbs, Cofundador e COO (Diretor de Operações) da Jukedeck; Will Swannell, Cofundador e CEO da Hire Space; Jeffrey Thomas, Presidente e Cofundador da UKCloud; Michele Trusolino, Cofundador e COO (Diretor de Operações) da Debut; Elizabeth Varley, Fundadora da TechHub; Ross Williams, Fundador e Presidente do Venntro Media Group, Simon Woodroffe OBE, Fundador da YO! Sushi, YOTEL & YO! Página Inicial

Para acompanhar a carta, a The Entrepreneurs Network publicou um relatório pormenorizado de políticas, "A Boost for British Businesses" (Como impulsionar as empresas britânicas). Inclui contribuições do Institute of Directors, da Federation of Small Businesses, do Adam Smith Institute, da Sage, da IPSE, da SQW, da Coadec e da Nesta. O projeto é patrocinado pela Sage. Descarregue o relatório completo.

As solicitações das políticas estão na vanguarda da investigação no Reino Unido; não confie nos caprichos das negociações do Brexit; eles podem ser adotados por todos os partidos políticos e não colocam grande pressão no erário público.

Philip Salter, fundador da The Entrepreneurs Network, comenta: "A carta e o relatório mostram o apetite dos empresários por políticas melhores para apoiar as suas aspirações. Também mostram o conjunto de boas ideias que os especialistas têm para tornar a Grã-Bretanha mais competitiva. Não se pretende que estas políticas de apoio aos empresários sejam a palavra final, mas sim o início de um diálogo a nível nacional sobre os negócios que realmente precisam de ter sucesso."

Stephen Kelly, CEO da Sage e antigo Diretor de Operações no Governo do Reino Unido, comenta: "Desde a recessão económica e do Brexit, as pequenas e médias empresas provaram ser as mais resistentes, criando mais de dois terços de todos os novos empregos no Reino Unido. Nunca foi tão importante para o Governo - independentemente da sua convicção política - ouvir os empresários britânicos. A simplificação é um tema recorrente em todo o relatório. Seja na contratação, na regulamentação, nos impostos, nas competências ou na assistência comercial, a capacidade de simplificar e libertar as nossas empresas de políticas desatualizadas e legislação draconiana é fundamental, se pretendermos desbloquear o seu potencial."

Madrid, 6 de fevereiro de 2017: A Sage, líder mundial em sistemas de contabilidade na cloud, acaba de lançar um Plano de Ajuda para auxiliar as PME e as empresas profissionais da Península Ibérica com os seus planos de transformação digital.

O fundo de ajuda no valor de 3 milhões de € irá beneficiar cerca de 5.400 empresas, destinando-se a permitir que estas adquiram as novas soluções de gestão que a Sage lançou recentemente: Sage 50c; Sage200c; Sage Despachos for Life e Sage X3.

Luis Pardo, Diretor-geral da Sage Ibéria, afirmou: "O lançamento deste plano de ajuda reforça o nosso compromisso em ajudar as pequenas e médias empresas e as empresas profissionais, os "Executivos" deste país, a incorporar tecnologias de ponta no mercado, ajudando-as a melhorar os seus processos de gestão e a abordar com sucesso a sua transformação digital".

16 de janeiro de 2017: as pequenas empresas continuam a sentir-se ignoradas pelo Governo, de acordo com uma nova investigação da Sage. A investigação salienta que 67% das pequenas empresas se sentem sub-representadas pelos políticos na corrida para o Fórum Económico Mundial (WEF) anual, onde continuam a ser omitidas da ordem de trabalhos. Como tal, Stephen Kelly, CEO da Sage, anunciou que irá boicotar Davos pelo segundo ano consecutivo.

Para fornecer aos executivos uma plataforma onde possam contactar os responsáveis políticos, a Sage vai lançar o seu "Forum for Business Builders". O fórum fornece aos empresários de todo o mundo ideias, eventos e parcerias de elaboração de políticas, concedendo-lhes uma voz coletiva poderosa que possa ser ouvida no contexto mundial.

Surge do compromisso contínuo da Sage em reunir Governos e executivos. Em dezembro, a Sage visitou o Primeiro-Ministro Malcolm Turnbull na Austrália e recebeu o Taosieach (Primeiro-Ministro) Enda Kenny em Dublim para falar dos desafios das pequenas empresas nos seus respetivos países. Organizou ainda dois eventos no Reino Unido, reunindo ministros e associações profissionais para discutir as implicações do referendo da UE relativo aos empresários.

O primeiro elemento de investigação global do Fórum demonstra que os empresários continuam otimistas, apesar da instabilidade global. Três quartos (75%) esperam que o seu volume de negócios aumente (26%) ou permaneça constante (49%) nos próximos 12 meses, ao passo que mais de um terço (34%) planeia lançar um novo produto ou serviço. Todavia, a burocracia continua a ser o seu maior desafio ao entrar em 2017 (18%), esperando que o Governo lhes conceda um melhor apoio para os seus negócios; quase metade (49%) sentiu que esta era a mudança mais positiva que o seu Governo poderia fazer este ano, seguido de melhorias fiscais (46%) e financiamento para a inovação (34%).

Stephen Kelly, CEO da Sage, afirmou: "Muitas vezes, quando os responsáveis políticos mundiais discutem o panorama económico global, as pequenas empresas são excluídas da discussão. Tal é sobretudo evidente no Fórum Económico Mundial que se realiza anualmente em Davos, onde as pequenas empresas nem sequer fazem parte da ordem de trabalhos. Pior ainda, 60% das empresas nem sequer têm conhecimento da realização do evento. Isto é uma loucura se pensarmos que criam dois terços de todos os empregos na maior parte das economias, representando mais de 98% de todas as empresas".

E continua "Os executivos são os heróis da economia. Continuam a trabalhar muito depois de todos já termos ido para casa, fazendo sacrifícios pessoais para desenvolverem as suas empresas, para apoiarem as suas famílias e as comunidades. Os responsáveis políticos e as grandes empresas deviam acordar para o facto de estes heróis precisarem de apoio e de voz, se quisermos garantir a saúde futura da economia mundial".

O fórum está aberto a todas as pequenas empresas e será regularmente atualizado com conteúdos variados e opiniões de consultores e colaboradores convidados.