Lisboa, 5 de maio de 2026 – A Sage (FTSE: SGE), líder em tecnologia de contabilidade, finanças, recursos humanos e processamento salarial para pequenas e médias empresas, reafirmou o seu papel na vanguarda da gestão empresarial ao anunciar no seu evento global, Sage Future, o avanço dos agentes de IA nas áreas financeira, operacional e de RH. A visão da Sage passa por incorporar a automação inteligente no coração dos sistemas, capacitando as equipas para agirem sobre os dados em tempo real, em vez de se limitarem a analisá-los.
Num contexto global onde a eficiência operacional é crítica, a Sage está a posicionar-se como o motor de uma mudança de paradigma. Segundo dados da IDC, até 2030, 45% das organizações utilizarão agentes de IA em funções de gestão core. A Sage antecipa esta tendência, focando-se em proporcionar uma arquitetura tecnológica que garante às empresas confiança, auditabilidade e segurança na adoção destas inovações.
IA com propósito: transparência e controlo humano
A estratégia da Sage assenta no conceito de “IA com transparência” (abordagem glass box). Ao contrário de sistemas de IA opacos, a abordagem da Sage garante que cada recomendação feita por um agente inteligente é acompanhada por uma explicação clara dos dados e da lógica utilizados.
Para as equipas financeiras e de RH, esta evolução significa uma mudança de foco: do processamento manual de transações para a gestão de exceções e decisões estratégicas. O objetivo é que as empresas possam delegar tarefas rotineiras a agentes de IA, como a preparação de pagamentos ou reconciliações, mantendo sempre o utilizador final como o decisor último e responsável.
Um ecossistema aberto para a inovação local
Uma das novidades reveladas no Sage Future é a expansão da plataforma de desenvolvimento da Sage. Ao disponibilizar ferramentas como o Sage Agent Builder e o AI Gateway, a Sage está a capacitar o seu ecossistema de parceiros e programadores para criarem soluções verticais e específicas para as necessidades de cada mercado.
“O nosso foco é simples: aplicar a IA onde ela realmente ajude as equipas financeiras e os proprietários de empresas a realizarem melhor o seu trabalho”, afirma Aaron Harris, CTO da Sage. “Isto significa reduzir o trabalho manual, melhorar a visibilidade e ajudar as pessoas a agirem mais depressa e com confiança. Na área financeira, ‘quase certo’ não é suficiente. A IA tem de ser precisa, auditável e fiável em fluxos de trabalho reais, e não apenas impressionante numa demonstração.”
Embora a implementação destas tecnologias siga um calendário faseado a nível global, incluindo Portugal, a estratégia apresentada no Sage Future define o caminho para as empresas em Portugal:
Com este passo, a Sage reafirma o seu compromisso em eliminar as barreiras ao crescimento das PME, oferecendo não apenas software, mas uma plataforma inteligente e conectada que prepara o tecido empresarial para os desafios da economia digital de 2026 e além.