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Cinco dicas de De Beers para tomar riscos ponderados – Parte II

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Mulher de negócios pensativa num escritório

Na segunda parte deste artigo, continuamos a análise dos conselhos dados por Nimesh Patel, CFO de De Beers Group.

  1. Analisem como as finanças podem implementar a inovação

“Tecnologia tem a capacidade de melhorar os nossos modelos de operação e como regemos o nosso negócio e que ainda nos permite apresentar poupanças consideráveis. Mas também o potencial para causar disrupção em tudo aquilo que fazemos. Isto força-nos a questionar o nosso propósito, porque existimos e o que fazemos.”

À medida que a análise de IA melhora, precisamos de analisar o nosso lugar no mundo de trabalho e Patel sugere que o nosso papel é a criatividade e ter visão. Ou seja, “o conceito de gestão – a entrega de um plano – e o conceito de liderança – ter ambição, sem um plano concreto. É assim que penso sobre o propósito das finanças no papel de implementar inovação.”

  1. Introduzir conhecimento e pensamento fresco

Em tempos, os diretores financeiros deviam trazer equilíbrio a debates sobre investimento, com o foco em retornos e na robustez da folha de balanços. Hoje em dia, CFO devem estar prontos para dirigir os seus negócios no sentido da inovação ao adotar o modelo certo de alocação de recursos.

O conselho de Patel passa por criar as estruturas certas para obter o pensamento mais livre, sem perder os objetivos do negócio de vista. Para isso, devem integrar nas vossas equipas com especialistas diversos e com perspetivas novas e sem restrições. Misturem capacidades e contextos variados, compreensões diferentes de mercados, produtos e tecnologias.

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  1. Mudem a forma de usar os dados

As finanças sempre souberam dar o melhor uso possível à verdadeira mina que são os dados de cada negócio. O que se propõe é uma expansão da definição de dados e de até onde o vosso negócio os pode levar. Não falamos apenas de métricas operacionais, pensem também em dados qualitativos, além dos quantitativos!

Faz parte do papel de um CFO compreender o valor inerente a cada recurso e procurar sempre novas formas de aplicá-lo. Quem sabe se uma forma inventiva de analisar os vossos dados não se poderá transformar numa aplicação comercializável, útil para o restante mercado. Potenciem e permitam este tipo de síntese entre tecnologia e finanças e têm em mãos o futuro mais inovador do vosso negócio!