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Cinco áreas de formação a ter em conta para a sua empresa

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Ao investir na formação dos funcionários, as consultorias e gabinetes profissionais poderão oferecer aos seus clientes um melhor acompanhamento. Por exemplo, estar a par das novidades contabilísticas e fiscais representará um valor acrescido.

Além disso, para ganhar novos clientes, será bom investir numa formação que permita à consultoria oferecer serviços adicionais, como a gestão de salários.

A formação em tecnologia não deve faltar

Além de ajudar no crescimento empresarial, o desenvolvimento das capacidades do pessoal impulsionará, claramente, a eficiência.

Ao capacitar os funcionários no uso de ferramentas tecnológicas, incluindo um software de gestão específico para consultorias e gabinetes profissionais, reduz-se o tempo dedicado a tarefas manuais.

Outro benefício de investir na formação do pessoal é que, como resultado, é mais provável que a empresa atraia e mantenha os funcionários mais talentosos.

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Formações Sage para o desenvolvimento das suas competências

Saiba mais

Habilidades fundamentais para a consultadoria contabilística

O saber não ocupa lugar, mas requer, sobretudo, tempo. Por isso, muitos profissionais do setor da consultadoria contabilística costumam focar-se em manter atualizados os conhecimentos contabilísticos de que precisam para o seu trabalho diário.

Contudo, é bom fomentar outras skills mais gerais que os ajudarão a ser ainda mais eficazes e a prestar um melhor serviço aos clientes.

Então, que habilidades fundamentais devem ser potenciadas numa equipa? Aqui, há cinco a considerar.

  1. Habilidades sociais
  • Geralmente, os consultores contabilísticos são conhecidos pelos seus amplos conhecimentos na matéria. No entanto, são as suas habilidades sociais que os distinguem da concorrência.
  • Contar com pessoal que tenha as denominadas soft skills será importante para construir boas relações com a equipa e com os clientes.
  1. Gestão do tempo
  • Uma habilidade crucial para ser desenvolvida por todos os profissionais, mas que é particularmente importante para os profissionais de uma consultoria contabilística. Principalmente, porque é frequente trabalharem muitas horas e terem uma grande carga de trabalho.
  • Se os trabalhadores tiverem boas aptidões para a gestão do tempo, é provável que consigam fazer mais em menos tempo. Assim, evita-se “fazer horas a mais”, para desfrutar de uma boa conciliação entre trabalho e vida privada.
  1. Pensamento analítico
  • Perante tantos relatórios e dados, os clientes procuram um perfil de profissional que possa ajudar a interpretá-los, a identificar padrões e a impulsionar o crescimento do negócio.
  • Por isso, as habilidades de pensamento e raciocínio analítico servirão para dar um aconselhamento extra aos clientes, o que pode gerar receitas adicionais em termos de consultoria.
  1. Empatia com o cliente
  • As expectativas dos clientes evoluem constantemente, resultado das alterações demográficas e dos avanços tecnológicos. Por exemplo, cada vez mais millennials iniciam os seus próprios negócios, convertendo-se em clientes das consultorias e gabinetes profissionais.
  • É por isso que as consultoras e gabinetes deveriam dar prioridade ao serviço de atendimento ao cliente para desenvolver relações duradouras.
  1. Liderança
  • O conceito de liderar “de cima para baixo”, ou o “ordeno e mando”, já é um tanto antiquado. Em vez disso, as pessoas de todos os níveis de organização animam-se cada vez mais em serem líderes à sua maneira.
  • No caso concreto de uma consultadoria contabilística, a liderança não significa, necessariamente, ter de gerir uma grande equipa. Pode significar ter conhecimentos especializados numa área em particular.

Segundo o relatório Workplace Learning 2020 do LinkedIn, as soft skills mais procuradas são a criatividade, persuasão, colaboração, capacidade de adaptação e inteligência emocional.

Visão de futuro para a consultadoria contabilística

Promover as habilidades das equipas de trabalho de uma consultadoria contabilística requer tanto dinheiro como tempo. Portanto, qualquer programa de formação e desenvolvimento deverá ser pensado com calma.

Um bom ponto de partida pode ser uma avaliação da lacuna destas soft skills. Que habilidades tem a equipa, atualmente, e quais fazem falta? Qual é a sua visão de futuro e de que habilidades precisa para concretizar essa visão?

Também é importante ter em conta as necessidades individuais e do negócio em geral quando se cria um programa de aprendizagem e desenvolvimento. Sobretudo para decidir como deve ser atribuído o orçamento para o projeto.

Por último, talvez seja necessário mudar a cultura da consultoria ou gabinete profissional para que o desenvolvimento das aptidões não seja considerado um gasto desnecessário, mas sim um investimento sensato para sustentar o futuro do negócio.

Como disse uma vez o lendário investidor Warren Buffett: «Quanto mais aprendes, mais ganhas».

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