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Digitalização das empresas e dos processos

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Grupo de jovens empresários em ambiente de trabalho num pequeno escritório

A digitalização já é uma realidade e veio para ficar. Na economia, em particular, e nas sociedades como um todo. Portugal tem vindo a registar melhorias dignas de nota, nos últimos anos, com subidas consecutivas na posição ocupada nos rankings europeus de inovação tecnológica.

Tendo em conta as limitações trazidas pela envolvente, ou seja, o contexto em que os investidores operam – um mercado de muito curta escala, problemas na produtividade, elevados níveis de burocracia e pesada carga fiscal – muito tem sido feito pelas empresas. De resto, calcula-se que Portugal seja, entre os países que compõem a União Europeia (UE), o que mais tem feito para se reinventar, desde a crise da dívida soberana e a vinda da Troika.

O número de empresas ainda em fases embrionárias de transformação digital é, seja como for, considerável e a isso não será alheio o facto do tecido empresarial português ser composto, na sua larga maioria, por pequenas e médias empresas.

Portugal continua a ser percecionado como um player de nível médio – no que à revolução digital diz respeito. Há que empregar todos os esforços possíveis para transformar este cenário. A versão mais atual do painel regional de inovação da UE mostra isso mesmo: há investimento, sim, mas também um caminho muito longo a percorrer de aposta na inovação, produtividade e desenvolvimento tecnológico – para citar apenas alguns exemplos.

O novo paradigma está à vista. A velocidade a que, a nível global, novas tecnologias como a inteligência artificial, o blockchain (tecnologia que permite o registo e realização de transações sem intermediários), a automação ou as clouds têm vindo a ganhar peso é impressionante. Para além de não se poder perder este ‘comboio’, as empresas terão de procurar perceber de que forma é que estas novas realidades redefinem, por exemplo, a natureza dos seus negócios e as competências que são valorizadas na contratação e formação de recursos humanos.

Há empresas que já deram o “salto digital” e outras que buscam ainda a estratégia correta para se lançarem neste novo paradigma do séc. XXI. Contudo, seja qual for o ponto de partida de cada empresa, todas têm espaço para evoluir.

Antes de se lançar nesta nova aventura, convém não esquecer: para ser bem-sucedida, a transformação digital de uma organização implica uma transformação da cultura da empresa, para que haja uma mobilização de toda a estrutura para os novos tempos, minimizando eventuais e naturais resistências.

O recurso a técnicas mais obsoletas na gestão prejudica a boa performance. A digitalização de processos vai, pelo contrário, fomentar o desenvolvimento das empresas. Os investimentos necessários para a transformação digital das empresas serão compensados por melhorias na eficiência, com contenção de custos e maiores ganhos. Logo, irão ser tendencialmente impulsionadores de maior rentabilidade.

As ferramentas de digitalização atualmente existentes promovem a otimização da gestão de dados das empresas (nomeadamente com o recurso a clouds para o armazenamento e circulação da informação), a melhoria dos canais de comunicação dentro das estruturas, uma melhor conectividade com o exterior (seja com clientes, fornecedores ou outros stakeholders), o recurso a soluções de call center (para uma gestão mais eficiente de chamadas), a aposta em sistemas de telecomunicações (para a comunicação interna) ou o desenvolvimento de plataformas web e mobile (que resultem em melhores experiências para os clientes, quando em contacto com as empresas). Isto para referir apenas alguns exemplos.

Ter uma maior capacidade de acompanhar o que se passa, quer na sua empresa, quer no mercado onde atua – tornada possível através de ferramentas digitais de gestão que permitam uma visão transversal do seu negócio – é outra vantagem da digitalização. A instalação de instrumentos para uma gestão da faturação exclusivamente online ou para um eficaz processamento de salários podem ser outros benefícios.

 

A digitalização é um caminho sem retorno e a lista de vantagens é extensa. Abrace esta revolução e veja os resultados a aparecer!