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Princípios orientadores para gerir e estruturar com eficácia o seu negócio de e-commerce

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Princípios orientadores para gerir e estruturar com eficácia o seu negócio de e-commerce

Se decidir gerir e estruturar o seu próprio negócio de e-commerce, tenha em mente os seguintes princípios orientadores.

Defina continuamente os seus objetivos essenciais

Lembre-se que todos aqueles que contrata devem enquadrar-se num dos três seguintes objetivos: produto, aquisição de clientes e retenção de clientes.

Com estes princípios essenciais em primeira linha, a sua trajetória de contratação não tem de ser linear ou tradicional.

Nenhum negócio de e-commerce de sucesso contrata desde logo uma série de executivos de nível C. Em vez disso, concentre-se nos seus objetivos primeiros e contrate pessoal adaptável também com competências de especialização.

Regra geral, os sites puramente digitais são tipicamente geridos pelo proprietário ou diretor da marca, enquanto os sites de lojas simultaneamente físicas e online são normalmente supervisionados por uma combinação de equipas de operações e de marketing.

Não tenha medo de contratar remotamente

Sim, o seu gestor ou diretor de e-commerce deveria idealmente estar no local.

Mas para funções mais especializadas que não requerem uma supervisão de toda a marca – como o gestor de marketing ou especialistas em redes sociais pagas – considere contratar trabalhadores remotos ou agências.

Com uma orientação clara, bem como acesso a um sistema de vídeo conferência substancialmente melhorado, os trabalhadores remotos não precisam de estar in-house para deixar a sua marca na função.

O alargar da sua procura significa que terá acesso a uma fonte de talento mais vasta. E os trabalhadores remotos podem continuar a influenciar os seus objetivos primeiros, por meio de uma vídeo conferência mensal com toda a equipa.

Trabalhar com robôs

A Amazon diz que os seus armazéns servidos por robôs estão a 10 anos de distância. Assim, parece pouco provável que as pequenas e médias empresas de e-commerce consigam automatizar por completo os seus armazéns para já.

No entanto, se é algo que lhe interessa, os Robots as a Service (RaaS) estão disponíveis num modelo com base em subscrição, permitindo que as empresas mais pequenas experimentem este hardware sem compromisso.

Um fornecedor, a Berkshire Grey, diz que os seus robôs conseguem automatizar o desempenho de e-commerce em centros de distribuição.

Estandardizar o fluxo de trabalho

No que respeita à estrutura, as empresas de e-commerce envolvem geralmente fornecedores terceiros, trabalhadores remotos e agências, o que pode significar conciliar diferentes fusos horários e línguas.

Com tantas partes móveis em jogo, é crucial ter um ponto comum de comunicação para toda a equipa.

Evidentemente, isso pode não ser exequível em relação a fornecedores. Por exemplo, um agente de compra pode necessitar de fazer o seguimento com um produtor via chat e depois transmiti-lo por email à equipa de produção.

Mas in-house, não deixe que uma parte da equipa comunique unicamente por email, enquanto outra comunica por chat.

Ter um ponto principal de comunicação significa que todos têm a oportunidade de compreender melhor todas as partes do negócio, criando uma cultura de empresa inclusiva e holística.

Para além de se adequar à natureza transitória e em constante mutação do e-commerce, evitará o isolamento de departamentos e poderá ajudar a resolver certos desafios. O que é uma grande dor de cabeça para um assistente de marketing, pode ter resolução fácil para um back-end developer.

Integração

Trace um plano para pôr em ação as novas contratações, o mais rápido possível.

Contratar remotamente, significa aclimatar as novas contratações aos processos virtualmente; assim, certifique-se de que dispõem de um guia compreensivo abrangendo todas as eventualidades da sua função, bem como objetivos claros.

Aqui, é útil atribuir valores numéricos às funções. Por exemplo, exigir que um novo diretor de UX reduza a taxa de abandono em 15% após seis meses.

Ter objetivos precisos dá aos trabalhadores remotos metas a visar, assim como lhes dá – e à gestão – um claro ponto de referência relativamente ao objetivo da sua função.

Crescer devagar

É tentador imaginar a sua empresa de e-commerce como um vasto negócio com escritórios atarefados animados pela voz de inúmeros colaboradores.

Contudo, certifique-se de que os seus processos de contratação são moderados e estão em linha com o seu plano de negócio.

Idealmente, deveria ter um cronograma aproximado do crescimento da sua marca e do pessoal que prevê ser necessário nos meses e anos seguintes.

Siga esse plano, comece com freelancers ou agências antes de se comprometer com pessoal em full-time e certifique-se de que dispõe de capital suficiente. Os especialistas recomendam entre três a seis meses de reservas de caixa.

Modelo de Plano de Negócios para retalhistas online e empresas de comércio eletrónico

Este modelo contém as principais secções de um plano de negócios, bem como orientações sobre o que deve incluir em cada secção.

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Cultura de empresa

As marcas de e-commerce têm, frequentemente, dificuldades em desenvolver uma cultura de empresa.

Desenvolver uma forte cultura de empresa é um dos fatores mais vitais no desenvolvimento de uma marca de sucesso. O que pode significar ter uma hierarquia plana, em que cada membro da equipa experimenta uma sensação de posse da marca e tem a possibilidade de fazer recomendações que são postas em prática em todo o site.

Ou pode envolver ações mais tangíveis como uma reunião anual, espaços de café virtuais, estruturas de incentivo ou esquemas de mentoring.

Poderá encontrar no Sage Advice um conjunto de artigos sobre esta temática.

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