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Dezembro: como potenciar o mês de ‘ouro’ das vendas

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Mulher pagando na caixa

Está dado o tiro de partida. O último mês de 2019 está aí e há que potenciar ao máximo esta oportunidade de fechar o ano em grande.

É o mês dos presentes, dos festejos, das mesas fartas, das roupas a rigor para passar o ano, da concretização das compras pelas quais se esperou o ano todo e da chegada do subsídio de Natal. Tudo isto e mais ainda faz deste período do ano uma época única em termos de vendas para muitas áreas de negócio.

Isto quer dizer também que a sua empresa não estará sozinha na busca do maior volume de faturação possível e que, ao mesmo tempo, o pico de procura por parte dos consumidores também obriga a uma capacidade de resposta à altura.

Capitalizar o espírito natalício

O espírito festivo deve começar no vendedor. No desenho dos cabazes de produtos a publicitar, nas campanhas feitas ou na conceção da homepage do seu website, tudo deve ‘respirar’ Natal e a celebração do novo ano que há de vir. Mais ainda, claro, se esta for uma plataforma de comercialização dos seus produtos.

Exemplos de estratégias podem ser:

  • Ter conteúdos associados à época natalícia no seu site, blog, Instagram ou qualquer outra plataforma divulgação e vendas;
  • Reescrever a descrição dos seus produtos por forma a sugerir que podem ser excelentes presentes de Natal;
  • Criar pacotes de oferta temáticos, alusivos à quadra;
  • Introduzir um sentido de urgência no cliente, nomeadamente com recurso a um relógio em contagem decrescente para o fim de uma campanha promocional;
  • Certificar-se de que os conteúdos são escolhidos a dedo para aparecerem mais facilmente e com destaque nos motores de busca;

Entregue a tempo e horas

Nada pode ser pior do que, face a um aumento da procura dos seus produtos, não ter capacidade de resposta. Em termos de stock mas também na entrega atempada dos produtos. Estará a desperdiçar a oportunidade de facturar mais e vai danificar a imagem da sua marca. Uma insatisfação percorre muito mais caminho nas redes sociais do que um elogio e não há nada pior para afastar de vez um cliente do que frustrar as suas expectativas de, por exemplo, receber os presentes que quer oferecer a tempo e horas. Dificilmente ele esquecerá uma má experiência como esta.

É por isso fundamental:

  • Garantir uma boa previsão de necessidades de stock, para evitar surpresas pouco agradáveis quer por não ter oferta suficiente para responder à procura, quer para não chegar ao final da época das festas com muito stock acumulado, fruto de optimismos excessivos quanto a vendas esperadas;
  • Assegurar uma gestão eficaz, ao segundo, do seu stock, uma vez que pode sofrer oscilações muito rápidas precisamente por ser um período mais instável;
  • Reveja o que aconteceu no último Natal e Ano Novo para ir buscar pistas sobre o que fazer e que erros corrigir

As promoções não tiram férias… de Natal

Nos dias de hoje, a corrida ao consumismo natalício arranca muito antes do Natal propriamente dito, com campanhas como as importadas BlackFriday ou a Cyber Monday. Na verdade, parece que atualmente passamos o ano em promoções. Por isso mesmo, de uma forma ou de outra, o Natal não pode ser exceção.

O consumidor é cada vez mais exigente e espera encontrar sempre uma promoção do outro lado da porta. Quer seja através de cartões de oferta, de pacotes promocionais ou de compras que somam pontos em cartão, convém não desiludir a expectativa do cliente.

Publicidade em todas as plataformas

Longe vão os tempos em que as compras de Natal (e não só) se faziam primordialmente em espaços físicos. Mesmo que a distribuição do seu produto inclua a componente das lojas, é na Internet que se fazem mais compras por impulso e por isso há que apostar todas as fichas na presença nas várias plataformas.

Muitas serão as compras de Natal que se vão decidir assim, no tempo de um clique, na publicidade que se apanhou enquanto se vê as últimas stories no instagram ou, se for o caso, nas escolhas partilhadas pela influencer do momento. Consoante o seu mercado-alvo e o tipo de produtos que vende, assim existirá uma estratégia mais adequada quanto a ‘onde estar’ e ‘como estar’. Mas esta é uma componente que não deve ser descurada.

Apoio ao cliente “à prova de bala”

Quem anda às compras nesta altura do ano tende a ter, de facto, uma maior disponibilidade financeira subjacente mas, ao mesmo tempo, está particularmente sobrecarregado. Época de celebração e de estar com a família, o Natal é, quer se queira quer não, um período de grande stress e cansaço, na senda de comprar todos os presentes que é preciso e, com sorte, de ser bem sucedido nas escolhas feitas.

Quer isto dizer que o consumidor que vai visitar o site da sua empresa, que vai procurar obter mais informações ou que quer uma compra intuitiva, com variadas e seguras formas de pagamento, traz toda esta pressão consigo. Evitar problemas e impedir que se comprometa uma relação futura com clientes implica garantir que, no meio do caos, a experiência do consumidor é a melhor possível. Essa rede de apoio deve ser planeada antecipadamente para dar essa resposta de qualidade.